Síndrome das pernas inquietas: entenda o problema

A síndrome das pernas inquietas Balançar as pernas enquanto vemos TV ou lemos um livro ou, ainda, ter as pernas trêmulas ao estar apaixonado…

A síndrome das pernas inquietas

Balançar as pernas enquanto vemos TV ou lemos um livro ou, ainda, ter as pernas trêmulas ao estar apaixonado não são sintomas da síndrome das pernas inquietas. Nas situações descritas anteriormente, paramos os movimentos assim que o percebemos. Já na síndrome das pernas inquietas, existe uma necessidade de movimentar as pernas, quase como uma mania. Muitas vezes isso acaba incomodando quem está próximo ou mesmo o próprio portador da síndrome. Quando ocorre a noite pode perturbar o sono, levando a pessoa a ter um dia cansado após a noite mal dormida.

Ao contrário do que muitos pensam, a síndrome não atinge apenas as pernas. Podemos perceber movimentos durante a noite de braços e mesmo do corpo inteiro. Mas muitas pessoas confundem com situações normais e outras acostumam com a doença. Por isso, é importante diferenciarmos uma situação normal de uma da qual seja patológica, ou seja, que traga uma piora na qualidade de vida do indivíduo.

Sinais e sintomas

Mas, se nos movimentar é um hábito rotineiro, como saber se é uma doença ou apenas um costume? Temos que ficar atentos às diferenças.

  1. Necessidade repentina de movimentar as pernas;
  2. Sensação de dor, formigamento, pressão, repuxamento;
  3. Piora dos sintomas no período noturno;
  4. Sensação de arrastamento das pernas.

Diagnóstico

Um dos recursos utilizados para efetuar o diagnóstico desta síndrome é a “polissonografia”. Nesse exame é realizado um levantamento do que acontece durante o sono, como atividade cerebral, movimentos oculares e contrações dos músculos. Assim, o médico que acompanha o caso (neurologista ou psiqiatra) pode definir o tipo de medicamento e a dose adequada a ser usada.

Tratamento

Não se sabe ao certo o que causa esta síndrome, por isso o tratamento se torna um pouco quanto complicado. Porém, alguns medicamentos tem sido usado com bons resultados como a carbamazepina, que também é utilizada em outros distúrbios neurológicos como a epilepsia e a carbidopa-levodopa, uma substância muito usada no tratamento da doença de Parkinson.

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Praticar atividades físicas ajudam muito na diminuição dos sintomas. E o tratamento psicológico também mostra melhoras. Se você se identificou com a síndrome das pernas inquietas, procure um neurologista ou um psiquiatra para que possam fazer o diagnóstico e iniciar um tratamento. Você não precisa conviver com o desconforto dessa doença.

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