Reajuste da bolsa para médico-residente: saiba mais

Reajuste da bolsa para médico-residente: saiba mais

O Diário Oficial da União da última segunda-feira, 1° de julho, conteve uma informação importante para quem é estudante de medicina e está cursando…

Por Élida Santos em 02/07/2013

O Diário Oficial da União da última segunda-feira, 1° de julho, conteve uma informação importante para quem é estudante de medicina e está cursando residência. De acordo com o texto impresso no documento, os Ministros da Saúde e Educação, oficializaram o reajuste de 24,8% no valor da bolsa paga para os residentes.

Governo federal está querendo incentivar a formação de médicos no Brasil (Foto: Divulgação)

Médicos-residentes recebem mais por serviço a partir de julho

A partir desse mês de julho, os médicos-residentes passam a ter um benefício maior para estudar na prática, sendo que a bolsa agora é de R$ 2.976,26, para um regime de treinamento em serviço de 60 horas semanais. Esse reajuste tem como objetivo o incentivo na formação de novos médicos no país, sendo que vai beneficiar 23.134 profissionais.

Governo garante criação de novas oportunidades para residentes

Além do reajuste da bolsa do residente em 24,8%, o governo federal disse que vai criar mais oportunidades para esses estudantes que precisam fazer residência para se especializar e concluir sua formação.  A criação de 12 mil novas vagas deve acontecer até 2017, das quais 4 mil estão previstas para os próximos dois anos. Além disso, o governo federal anunciou que vai aplicar cerca de R$ 100 milhões nos hospitais para ampliação e oferta de novas bolsas.

O valor da bolsa para residentes aumentou 24,8% (Foto: Divulgação)

Polêmica na área da saúde

Nos últimos meses a área da saúde está movimentada. Depois da notícia de que a Presidente do Brasil pretende incentivar a entrada de médicos de outros países para trabalhar no sistema público de saúde e suprir a falta de profissionais, os médicos brasileiros protestaram.

A alegação é de que tem profissionais no país, mas por falta de estrutura do setor público, muitos optam pelo trabalho no sistema privados e atendem particularmente. O governo federal disse que a prioridade sempre será dos profissionais brasileiros, mas que caso não consiga preencher as vagas vai recorrer a outros países para conseguir preencher as oportunidades em aberto no país.

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