Quimioterapia: principais medos e dúvidas

Desde meados de 40 a quimioterapia é um tratamento usado para combater câncer. Através de medicamentos a quimioterapia busca anteparar o rápido aumento das…

Desde meados de 40 a quimioterapia é um tratamento usado para combater câncer. Através de medicamentos a quimioterapia busca anteparar o rápido aumento das células doentes. Estes medicamentos são misturados com o sangue que segue para toda a parte do corpo, destruindo as células infectadas pelo tumor e impedindo que elas se espalhem pelo resto do corpo. Confira a seguir mais informações sobre este tratamento e as principais dúvidas.

O tratamento é realizado a base de remédios que podem tanto ser por via oral, a qual o doente ingere a droga na forma de comprimidos; por via intravenosa onde o remédio é aplicado diretamente na veia em forma de injeções; intramuscular sendo que a medicação é aplicada por meio de injeções nos músculos e subcutânea a qual o remédio, através de uma seringa é aplicado por baixo da pele.

A duração do tratamento depende do nível do tumor que o paciente possui, variando de caso para caso. Mesmo que o resignado sinta-se bem, apenas o medico poderá indicar o fim do tratamento. O tratamento não causa dor, o que pode acontecer é o remédio em algumas situações causar um leve desconforto e queimação. Em caso de qualquer reação, o médico deve ser imediatamente avisado.

Efeitos colaterais

Pelo medicamento ser distribuído por toda a parte do corpo, as células normais, aquelas que não estão infectadas pelo tumor, também são atingidas, o que pode provocar alguns sintomas desagradáveis, como:

– Náuseas e vômitos

– Feridas na boca

– Febre

– Diarréia

– Queda de cabelo

– Fraqueza

– Perda de peso

Atualmente com o avanço da pesquisa, é possível controlar esses efeitos. Foram encontrados diversos tipos de substâncias que conseguem fazer as células se repartam de maneira mais rápida e intensa.  E mais, se forem conduzidas em paralelas ao paciente, os efeitos adversos podem ser reduzidos. Desse modo, foi possível a prescrição de medicamentos em doses altas e mais frequentes.


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