Insetos pode ser a garantia de um mundo sem fome: entenda

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) fez uma publicação em um de seus relatórios que causou certo alvoroço:…

Por Élida Santos em 15/05/2014

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) fez uma publicação em um de seus relatórios que causou certo alvoroço: “Insectos comestibles. Perspectivas de futuro para la seguridad alimentaria y la alimentación”. Esse relatório recomenda o consumo de insetos para dar de comer a um número cada vez maior de pessoas, acabando assim, com a fome mundial. Insetos pode ser a garantia de um mundo sem fome de fato, de acordo com o relatório.

Insetos podem te ajudar a não ter fome (Foto: Divulgação)

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Insetos pode ser a garantia de um mundo sem fome: entenda

A Organização das Nações Unidas para alimentação e agricultura sugeriu que a criação de insetos pra combater a fome. Gafanhotos, besouros ou larvas, podem fazer parte de uma alimentação nutritiva para as pessoas que não tem o que comer. O hábito é muito comum no Oriente, mas em um restaurante americano, a moda começou a se difundir. A comida exótica pode ser a solução contra a fome.

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Comer insetos pode ser a solução para o combate da fome mundial (Foto: Divulgação)

Isentos são alimentos saudáveis

Insetos pode ser a garantia de um mundo sem fome porque são ricos em proteína, cálcio ferro, zinco e gorduras que fazem bem à saúde. Além disso, o cardápio pode ser variado, pois existem um bilhão de espécies conhecidas. Os insetos somam mais da metade de todos os organismos vivos classificados no planeta.

Atualmente, mais de dois bilhões de pessoas pelo mundo consomem insetos, principalmente na África e Ásia. A tese desse documento da ONU é que os insetos poderão ser um poderoso instrumento na luta contra a obesidade, porque são menos dependentes da terra do que a pecuária tradicional e ainda poluem menos o meio ambiente para a sua produção.

Achou estranho? Com certeza muitos torceram o nariz para a ideia, mas o relatório diz que há 20 anos era estranho comer sushi, o famoso peixe cru japonês e hoje a comida pé bem aceita pelo mundo a fora. Em aldeias da república de Camarões, na África, as pessoas ganham dinheiro vendendo insetos para a alimentação.

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