Catarro: tipos, como tratar

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O catarro, também conhecido como escarro, é uma liberação de muco causada pelo inchaço das mucosas do corpo. O problema normalmente é acompanhado de tosse e requer atenção para não se transformar em um quadro grave de saúde.

O catarro pode ser sinal de alguma doença pulmonar. (Foto:Divulgação)

O sistema respiratório produz o catarro naturalmente. Este muco é formado por água, restos celulares, polissacarídeos e proteínas. A principal função do catarro é revestir e proteger as vias aéreas, no entanto, o organismo pode produzir o muco em maior quantidade quando sofre com algum tipo de inflamação.

O frio e a baixa imunidade do corpo aumenta o contato com os poluentes, fazendo com que a garganta seja afetada com uma grande quantidade de secreção. Se o organismo passa a produzir catarro em grande quantidade, ele pode estar sofrendo com algum tipo de doença pulmonar, como pneumonia ou tuberculose.

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Tipos de catarro

Características como densidade, cor e quantidade precisam ser observadas no escarro. Confira a seguir os principais tipos de catarro e o que eles indicam:

– Claro, fino e sem odor: é um tipo de catarro normal, mas se excessivo, pode indicar um quadro alérgico ou viral.

– Branco, grosso e sem odor: pode ser sinal de desidratação.

– Amarelado, grosso e com um leve odor: indica uma infecção respiratória superior, como rinite, sinusite ou laringite.

– Esverdeado, grosso e com odor leve: é sinal de uma infecção bacteriana e requer a avaliação de um médico.

– Amarelo escuro, grosso e odor moderado: sintoma de infecção grave, de origem pulmonar ou brônquica.

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– Cor de café, grosso e com odor: infecção grave de pulmões e brônquios com sangramento.

– Escuro e com sangue: a infecção causou lesões na mucosa.

Como tratar o catarro?

A tosse facilita a saída do catarro. (Foto:Divulgação)

• Para dar o tratamento adequado ao catarro, primeiramente a pessoa precisa procurar um médico e descobrir a causa do excesso de muco.

• Catarro claro e grosso requer a ingestão de mais líquido.

• Caso o catarro não desapareça dentro de sete dias e surjam novos sintomas de problemas respiratórios, o indivíduo deve procurar ajuda médica.

• É recomendado expelir o muco sempre que possível, pois assim existe a certeza de que a infecção está sendo colocada para fora do corpo.

• Uma forma de evitar a produção excessiva de catarro é bebendo bastante água.

O expectorante pode ajudar, desde que não se trate de uma tuberculose. (Foto:Divulgação)

• Quando o catarro é engolido, ele demora mais tempo para sair do corpo.

• O uso de um expectorante pode ser favorável, afinal, ele estimula a tosse e a saída do catarro.

• O expectorante só não pode ser consumido em casos mais graves, como é o caso da tuberculose.

• Antes de começar a tomar um xarope, o paciente precisa saber qual a causa do excesso de catarro.

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