Uma em cada 200 garotas dizem ter ficado grávidas sem perder virgindade

A cada 200 jovens, pelo menos uma declara ter ficado grávida mesmo ainda mantendo sua virgindade intacta. As informações são de um estudo publicado…

A cada 200 jovens, pelo menos uma declara ter ficado grávida mesmo ainda mantendo sua virgindade intacta. As informações são de um estudo publicado no dia 17 de dezembro pelo “British Medical Journal” (BMJ). De um total de 7.870 mulheres que fizeram parte do estudo em nível nacional de longa duração (1995-2009) e confidencial, 45 delas, ou seja, 0,5% declararam ter concebido uma criança sem o menor contato sexual com penetração vaginal.

Elas engravidaram mas dizem ser virgens (Foto: Divulgação)

Meninas responderam a questionários

Nenhuma das entrevistadas assumiu ter buscado engravidar por meio de inseminação artificial ou fecundação ‘in vitro’. Já quase um terço delas afirmam ter ficado grávidas antes de sua estreia sexual, sendo que muitas delas fizeram voto de castidade antes do casamento (31%), algo muito comum entre os cristãos conservadores dos Estados Unidos.

Mulheres grávidas que se dizem virgens (Foto: Divulgação)

Resultado da pesquisa se apoia em questionário respondido por jovens

Os resultados da pesquisa se apoiam nas respostas a uma série de questões sobre o histórico da gravidez das jovens e o início de suas relações sexuais. Não tinha uma pergunta direta se as mulheres eram virgens diretamente, mas com a análise das respostas tinha como saber.

Apesar de todas as precauções tomadas pelos pesquisadores, não se descarta que muitas dessas meninas não entenderam bem algumas perguntas.  Por sua vez, “há algumas semanas tentamos verificar se este fenômeno se limita apenas às mulheres”, indicou Amy Herring (docente da Universidade da Carolina do Norte, Chapel Hill, Estados Unidos), líder deste trabalho.

“Também encontramos alguns pais ‘virgens’, algo que é ainda mais difícil de compreender”, declarou com um ar de que achou a sua afirmativa engraçada.

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Estes resultados trazem à tona algumas questões relativas à educação sexual das mulheres, mas, sobretudo, à dificuldade para obter dados precisos sobre a vida sexual dos jovens, concluiu o estudo.


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