Novas regras para a fabricação de filtro solar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou novas regras para a fabricação de protetor solar. Antes, era aceitável FPS com mínimo 2, mas…

A Anvisa apresentou novas regras para a fabricação do protetor solar.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou novas regras para a fabricação de protetor solar. Antes, era aceitável FPS com mínimo 2, mas as novas regras em vigor, as empresas responsáveis não poderão mais investir em fórmulas com fator de proteção solar menor que 6.

Outras novidades foram apresentadas pela Anvisa para tornar os produtos mais seguros e eficazes. O filtro solar terá que garantir maior proteção ao usuário e reduzir as agressões causadas pela exposição ao sol. Desta forma, as novas regras obrigam que cada produto apresente proteção contra raios UVA de no mínimo um terço do FPS.

A resolução da Anvisa também proíbe que os produtos sejam comercializados com base na expressão de “bloqueadores”, afinal, a proteção total da pele é impossível e o filtro solar estaria passando uma mensagem enganosa ao consumidor se sustentasse a ideia de “100% de eficácia”.

O protetor solar não pode transmitir uma mensagem enganosa.

Para apresentar determinadas informações no rótulo do protetor solar, as fabricantes terão que submeter os produtos aos testes para conseguir comprovar. Expressões afirmativas como “resistente à água” ou “resistente ao suor” estão proibidas caso não haja a constatação. As novas normas da Anvisa também obrigam que todas as embalagens de protetor solar  apresentem uma mensagem que indique a necessidade de reaplicação do produto.

As novas regras, que foram publicadas no Diário Oficial da União, são válidas para todo Mercosul. No Brasil, as empresas responsáveis por fabricar filtro solar terão o prazo de dois anos para se adaptarem às exigências da Vigilância Sanitária.

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A importância do protetor solar

O protetor solar pevine manchas, queimaduras e principalmente o câncer.

Para criar as novas regras, a Anvisa procurou reconhecer a importância do protetor solar para a saúde e a necessidade de fazer o uso adequado do produto. A exposição aos raios UVA e UVB, sem que haja uma camada protetora sobre a pele, aumenta as chances de queimaduras, vermelhidões, manchas, envelhecimento precoce e câncer.

A Anvisa optou por adotar normas mais rigorosas por causa dos produtos ineficientes que são encontrados no mercado. Eles podem até serem vendidos mais baratos, mas não conseguem cumprir as afirmações que sustentam nos rótulos. Desta forma, a saúde da pele de crianças, jovens e adultos fica comprometida.

A forma de usar o protetor solar é outro assunto que requer atenção para não causar danos ao indivíduo. Os especialistas recomendam que a aplicação seja realizada a cada duas horas. O uso do filtro solar não deve acontecer apenas nos dias ensolarados de praia ou piscina, ou seja, também é recomendado adotar o hábito no dia-a-dia para evitar maiores danos na pele.

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