Nomofobia: o que é

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Por Editorial MDT em 13/02/2012

As pessoas que sentem medo de ficar sem celular são classificadas como nanofóbicas

Definição

Muitas pessoas, hoje em dia, se sentem submissas aos celulares. Só de imaginar a possibilidade de ficarem sem esse aparelho, elas já sentem certa angústia. O termo indicado para classificar o desconforto sentido por essa população é nomofobia. O nome surgiu da união de duas expressões, do inglês “no-mo” (abreviação de “no-mobile”, que significa “sem telemóvel”); e fobia pode ser traduzido como medo. Assim, nomofobia, designa o medo diante da impossibilidade de se comunicar através do celular.

Saiba o que é nomofobia

 Novo conceito
A nomofobia ainda é uma nomenclatura muito recente, mas que vem configurando um problema cada vez mais comum na sociedade moderna. O principal motivo da vulgarização desta condição pode estar relacionado à cobrança exagerada pela sociedade, dita ‘Sociedade da Informação’. Esta impõe que os indivíduos estejam sempre disponíveis e cientes dos mais variados assuntos, estando sempre conectados ao mundo globalizado.

Quadro Clínico
Para o indivíduo ser caracterizado como portador da fobia, a ausência do aparelho deve trazer prejuízo significante à vida da pessoa. Ou seja, o nomofóbico deve apresentar a sensação de pânico e impotência e, até mesmo, atrapalhar relacionamentos devido à falta do uso do aparelho.

Pessoas com nanofobia se desesperam no caso de não poder se comunicar via celular

Tratamento

De acordo com especialistas, o tratamento para a nomofobia deve ser o mesmo usado contras as demais fobias. Ou seja, o tratamento não difere de outras patologias como acrofobia ou à claustrofobia, (medo de altura e de lugares fechados, respectivamente), por exemplo. Todas devem ter um acompanhamento de perto com psicólogos, ou mesmo, psiquiatras, levando em consideração, o combate a ansiedade.

É importante ressaltar que cada caso é um caso, devendo o indivíduo portador buscar orientação o mais rápido possível. Ou seja, quanto antes buscar atendimento, mais rápido a detecção do problema e, assim o seu tratamento.

Crianças e adolescentes já estão viciados em celulares

É inquestionável que o avanço tecnológico dos aparelhos celulares tenha trazido inúmeros benefícios para o cotidiano das pessoas. Porém, é importante lembrar, que este recurso móvel pode ser decisivo em momentos emergenciais, mas é preciso ter controle para não se tornar dependente. Caso conheça alguém que possua algum tipo de dependência, insista que ele procure um atendimento médico o mais rápido possível, antes que possíveis transtornos ocorram.

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