Comer menos gordura é suficiente para emagrecer

Comer menos gordura é suficiente para emagrecer

Restringir o cardápio a determinados grupos de alimentos nem sempre é o mais indicado para emagrecer. Existem outras formas eficientes para perder peso com…

Por Élida Santos em 11/12/2012

Restringir o cardápio a determinados grupos de alimentos nem sempre é o mais indicado para emagrecer. Existem outras formas eficientes para perder peso com saúde. De acordo com uma nova pesquisa britânica aponta que nem sempre é preciso seguir uma dieta com uma série de restrições como, por exemplo, eliminar carboidratos ou açúcar para que uma pessoa consiga perder peso.

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Não é preciso parar de comer as coisas para ter uma saúde de ferro (Foto: Divulgação)

Pesquisa aponta que a eliminação da gordura do cardápio ajuda a emagrecer

Segundo o estudo, trocar alimentos muito gordurosos por outros mais saudáveis, mesmo mantendo no cardápio doces e outras características não muito saudáveis, já surte efeitos significativos e duradouros no emagrecimento e na redução do índice de massa corporal (IMC) e dos níveis de colesterol no sangue. Essas conclusões foram publicadas no dia 7 de dezembro na revista British Medical Journal.

A pesquisa foi encomendada por um grupo de estudantes de dieta e nutrição da Organização Mundial da Saúde (OMS) e os resultados serão fundamentais para que o órgão estabeleça novas recomendações globais de alimentação. Para o estudo, os pesquisadores revisaram 33 ensaios clínicos realizados ao redor do planeta que, no total, envolveram mais de 70.000 mulheres, homens e crianças.

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Exclua a gordura da dieta e veja a diferença (Foto: Divulgação)

Efeitos positivos da gordura na alimentação

Os resultados do levantamento mostraram que, em um período de seis meses, as pessoas que passaram a ingerir menos alimentos gordurosos, em comparação com aquelas que consumiam mais gordura, em média, emagreceram 1,6 quilo, perderam 0,5 centímetro de circunferência abdominal e reduziram seu IMC em 0,56. Elas também apresentaram uma diminuição nos níveis de colesterol “ruim” (LDL) na corrente sanguínea. Esses efeitos foram obtidos em tempo relativamente curto e a perda de peso mantida por, ao menos, sete anos. Ainda de acordo com o estudo, esses indivíduos não adotaram nenhum programa de emagrecimento que justificasse essa perca de peso, sugerindo que esses benefícios ocorreram entre pessoas que seguem uma alimentação comum, sem restrições extremas.

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