Melhor plano financeiro para quem mora sozinho

Firmando a nova estrutura familiar, percebe-se que o percentual de brasileiros que moram sozinhos nos últimos anos cresceu. Tendo que arcar com as despesas…

Por Redacao em 24/11/2011

Firmando a nova estrutura familiar, percebe-se que o percentual de brasileiros que moram sozinhos nos últimos anos cresceu. Tendo que arcar com as despesas fixas, os solitários tem que ter muita atenção com relação as finanças e se dedicar ao máximo a vida profissional. Morar sozinho tem suas vantagens e desvantagens perante as despesas fixas, pois algumas  são bem pesadas, mas algumas têm o seu valor bem reduzido ou até mesmo nem existem, como no caso de pessoas que não têm dependentes.

Segundo dados do último Censo do IBGE, de 2000 a 2010, a porcentagem de pessoas que moram sozinhas passou de 8,6% para 12,1%. Um dos principais pontos para esse aumento foi o envelhecimento da população, com melhora na qualidade de vida, que  podem escolher morar sozinhas do que com o restante da família. Também, jovens que estão casando cada vez mais tarde, divorciados e solteiros convictos aumentam essa estatística.

As pessoas que vivem só têm de dar uma atenção especial para a área financeira. Pois por um lado é fácil guardar dinheiro, mas de outro, alguns gastos são maiores no orçamento que é composto por apenas uma fonte de renda. A preocupação em gastar menos do que se ganha e esquivar-se de juros altos deve ser muito grande. Com relação aos investimento dessa classe, o mais certo é não correr muitos riscos, pois morando sozinho as pessoas não se podem dar ao luxo de ter perdas significativas.

Para pessoas na faixa de 30 a 35 anos, a renda mensal ainda é baixa comparando com profissionais mais velhos. Por isso, para essa classe, poupar mensalmente de 10% a 30%  da renda total é o recomendado. É recomendado fazer esse primeiro investimento conservador para possíveis emergências; fazer esse “pé de meia” para manter despesas por um período de seis a doze meses. . “Quem tem volumes mais reduzidos a aplicar, deve ficar com a caderneta de poupança”, diz Fernado Meiback, planejador financeiro.

Após formar essa reserva, tudo que for guardado pode ser usada para despesas variáveis, em forma de fundo de ações, assim já é um começo de formação de aposentadoria privada. Se tiver o perfil mais conservador, a dica é optar pelo investimentos em títulos públicos, via Tesouro Direito. “Eu gosto muito dos títulos de longo prazo atrelados ao IPCA, principalmente levando-se em conta que a tendência do juro real no Brasil é cair”, diz Meibak, falando das NTN – Bs.

 

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