Gatos agressivos, como lidar

Gatos agressivos, como lidar

Para que o seu gato não fique agressivo o ideal é educá-lo quando filhote, incluindo socialização e treinos de obediência. O gato “bebê”, com…

Por Élida Santos em 26/03/2012

Os gatos devem ser educados quando pequenos (Foto: Divulgação)

Para que o seu gato não fique agressivo o ideal é educá-lo quando filhote, incluindo socialização e treinos de obediência. O gato “bebê”, com até dois meses, é mais fácil de ensinar a conviver com bichos distintos como os cães, pessoas e outros animais da sua espécie. Ensinar a ter obediência é fundamental para que o felino aprenda e entenda o que é permitido ou não. Também é importante ensinar a dessensibilização para o gatinho. Esse tipo de educação consiste em acostumar o animal a ser contido, para não realizar ataques que fazem parte do seu instinto, ou até para se comportar quando sai de casa. Funciona como um adestramento.

Mas e quando nada disso foi realizado quando o gato era jovem, e ele acabou se tornando um adulto agressivo, o que fazer? Embora seja mais fácil educá-lo quando recém chegado ao mundo, o felino mais velho pode ter uma melhora significativa em seu comportamento quando treinado. Castrar seu gato macho pode ajudar a diminuir a agressividade, pois faz com que ele fique mais tolerante a presença de outros gatos, principalmente se forem machos.

O bichano pode ser amigo de cães se acostumado com a presença deles quando pequenos (Foto: Divulgação)

A maior parte dos animais sinalizam quando estão chateados e se preparando para o ataque. Ficar atento a esse tipo de comportamento ajuda a identificar o que ocasiona a agressividade do bichano. Dessa forma, você pode evitar esse tipo de situação que deixa o gato irritado. Entre os sinais mais frequentes estão: vocalizações como rosnados ou sibilos, abanar o rabo bruscamente, colocar as orelhas para trás e dar pequenos tapas com as unhas das patas retraídas.

O gato agressivo pode mudar de comportamento se educado corretamente (Foto: Divulgação)

Se perceber que está diante de um possível ataque do felino não o puna com antecedência, apenas interrompa a situação de agressividade. As punições devem vir depois que o bichano fez algo de errado, quando ele pede comida, por exemplo, e não na hora do ato falho. Com uma bombinha de água espirre o líquido no rosto do animal. Não fale com ele, nem se mova bruscamente, pois ele pode se sentir ameaçado e a fúria aumentar. Seja paciente, jamais bata no gato ou em qualquer outro bicho para educá-lo, pelo contrário, a educação deve ajudá-lo não machucá-lo.

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