Editorial MDT 28/04/2016 Bichos

As altas concentrações de glicose no sangue e na urina, que caracterizam o diabetes mellitus, não é uma condição exclusiva dos humanos e pode acabar se manifestando nos animais de estimação. Não é incomum encontrar cães portadores de diabetes, e o diagnóstico precoce é fundamental para evitar complicações graves, como infecções recorrentes, cataratas, cetoacidose diabética, problemas no sistema nervoso central e problemas renais. Saiba mais sobre o assunto e conheça os principais sintomas da diabetes em cães.

Saiba quais são os sintomas da diabetes em cães. (Foto: divulgação)

Principais animais afetados

A maioria dos animais que desenvolvem a doença apresentam idade entre 7 e 9 anos e o dobro de casos incide em fêmeas. O principal fator envolvido no desenvolvimento dessa doença é a predisposição genética de algumas raças específicas, como:

  • Keeshond;
  • Pulik;
  • Cairn Terrier;
  • Pinscher Miniatura;
  • Dachshunds;
  • Schnauzers Miniatura;
  • Poodles;
  • Beagles.

Entretanto, é importante frisar que qualquer cão de qualquer idade ou raça pode acabar desenvolvendo o problema.

A aplicação de insulina é o tratamento mais eficiente. (Foto: divulgação)

Principais sintomas

A diabetes em cães é uma doença que pode cursar com quadro clínico bastante variado em quantidade e intensidade dos sintomas. Entre os sinais clínicos mais frequentes é possível destacar:

  • Polidipsia (aumento da frequência com que toma água);
  • Poliúria (aumento da frequência urinária);
  • Polifagia (aumento do apetite);
  • Perda de peso.

De acordo com a gravidade do quadro e estágio de instalação da doença, o animal ainda pode apresentar:

  • Ganho de peso;
  • Problemas oculares, como a catarata;
  • Desidratação;
  • Letargia;
  • Fraqueza;
  • Halitose cetônica.

Tratamento

O mais recomendado para controlar adequadamente os níveis de glicose sanguínea em cães diabético ou com grande probabilidade de desenvolver a doença é realizar consultas periódicas ao veterinário, para que o diagnóstico e intervenção sejam iniciados o mais precocemente possível, bem como seja instituído um acompanhamento com exames periódicos de manutenção.

 Enquanto os humanos podem se beneficiar com o uso de medicamentos hipoglicemiantes orais, normalmente esses fármacos não são muito úteis em cães. A opção fica por conta das injeções de insulina para cães, que devem ser aplicadas diariamente. Apesar de alguns donos se queixarem de dificuldade em seguir esse tipo de tratamento, com um pouco de prática é possível dar conta do recado sem grandes problemas, oferecendo uma excelente qualidade de vida ao pet.

O acompanhamento veterinário é fundamental para diagnóstico e tratamento precoce. (Foto: divulgação)

A diabetes é uma doença capaz de afetar até mesmo os cães, especialmente algumas raças, que são geneticamente mais susceptíveis. A dica é ficar atenta aos possíveis sinais da doença e fazer consultas veterinárias regularmente, para diagnósticas esse tipo de doença o mais precoce possível.

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