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Cinomose canina: o que é, como tratar

A cinomose canina é uma doença que ataca os cães em seus primeiros anos de vida, ou ainda, no caso do pet estar com a imunidade baixa. Saiba mais sobre o problema e veja como tratá-lo:
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Muitos cães, principalmente em seus primeiros anos de vida, vêm a sofrer o grande problema da cinomose canina, uma doença capaz de afetar não só os cachorros, como também as raposas, furões e outros animais silvestres. Se não tratado imediatamente, este malefício pode ser letal e inclusive ocasionar a morte do pet, pois o vírus tende a se espalhar rapidamente pelo organismo do ser acometido por esta patologia.

Assim sendo, para você que deseja saber sobre o que é e como tratar a cinomose canina, confira a matéria a seguir acerca do assunto:

Saiba o que é e como tratar a cinomose canina (Foto: Divulgação)

O que é a cinomose canina?

Entende-se por cinomose canina a doença causada pelo vírus CDV (Canine Distemper Vírus), um microorganismo que é extremamente resistente às temperaturas mais baixas e que, todavia, pode ser destruído a partir da exposição aos raios UV, às temperaturas acima de 60 °C. Seu contato com o animal se dá através dos alimentos ou água contaminada,  de forma que o vírus se aloja na secreção nasal e ocular do cachorro e às vezes até mesmo chega ao sangue, sendo de difícil tratamento.

Os sintomas característicos são: febre, indisposição, anorexia, depressão, vômito, diarreia, desidratação, dificuldades respiratórias, presença de secreção no focinho ou nos olhos, apatia, sintomatologia neurológica e, em alguns casos, até mesmo alergia em cães.

O cão acometido pela cinomose sofre de indisposição, febre e sintomas característicos da depressão (Foto: Divulgação)

Como tratar o problema?

O malefício ataca geralmente os cães mais jovens ou animais que estão com a imunidade baixa, propiciando que o vírus se manifeste dentro do organismo. Portanto, ao notar um dos sintomas anteriormente citados e também a presença de quadros de dermatites em cães, torna-se necessário levar o pet imediatamente a uma clínica veterinária de sua confiança para que o diagnóstico do problema seja efetuado a partir de exames mais específicos.

Dependendo do nível em que a doença da cinomose se encontra, os medicamentos que diminuam as inflamações internas e outros voltados ao aumento da resistência imunológica, poderão ser receitados. Porém, contribua também com uma alimentação adequada e rica em vitaminas para levantar a defesa do organismo de seu melhor amiguinho e ofereça-lhe sempre água limpa e filtrada.

Forneça uma alimentação rica em nutrientes para aumentar a imunidade do pet (Foto: Divulgação)

Por fim, lembre-se de manter a higiene do pet em dia e ceder-lhe muita atenção e afeto para que imediatamente você note a mudança em seu comportamento, no caso da cinomose canina existir e assim ser percebida a tempo.


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Este artigo possui 1 comentário

  1. Animos
    Publicado em 22/06/2013 às 8:21 PM [+]

    Atenção!
    Eu tratei o meu cachorro de cinomose com Vitamina A e levando ao veterinário para dar antibióticos e baixar a febre. Com febre os cachorros se recusam a comer. As informações abaixo vem da wikipedia, que diz que de acordo com um artigo científico o tratamento com a Vitamina A funcionou em 100% dos casos. Ainda a wiki, diz que a dosagem suportada por cachorros de Vitamina A seria de 300.000 UI/kg, o meu cachorro tem 20 kg e eu dei mais ou menos 300.000 UI por dia, em comprimidos de 50.000 UI cada, por 1 mês, levando para o veterinário para tratar os outros sintomas, funcionou para o meu cão. Segue as informações:

    “A primeira constatação foi quando a indução de altos níveis séricos de Vitamina A, que é um tratamento ostensivamente utilizado para tratamento de sarampo, produziu um efeito de 100% de cura em animais experimentalmente infectados. O grupo que não recebeu a suplementação todo veio a óbito.”
    “A constatação da eficácia da Vitamina A no tratamento da cinomose encontra nos carnívoros, especialmente nos cães, um aliado excepcional, que é sua capacidade de conversão da Vitamina A em ésteres não tóxicos. Para os cães em especial existe um valor de referência para mensurar o risco da hipervitaminose, um estudo realizado nos Estados Unidos constatou que é preciso uma dosagem de 300.000 UI/kg diária, durante trinta dias, para que os primeiros sinais de hipervitaminose apareçam; e é preciso sessenta dias de ingestão dessa dosagem para levar o animal a óbito.”

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