Tecnologias que saíram da ficção para a realidade

Muitos dos gadgets e recursos tecnológicos tão comuns no nosso dia a dia nasceram da imaginação fértil de escritores, roteiristas e diretores de cinema…

Por Andre em 02/03/2014

Muitos dos gadgets e recursos tecnológicos tão comuns no nosso dia a dia nasceram da imaginação fértil de escritores, roteiristas e diretores de cinema e séries de televisão. Carros voadores, relógios inteligentes, robôs, máquinas de teletransporte, óculos inteligentes, tablets e celulares, entre outros aparelhos, fizeram parte de vários livros, filmes, seriados e desenhos animados de sucesso no passado.

Óculos futurista do filme "De Volta para o Futuro 2" (Foto: Divulgação)

Muitos desses recursos ainda não ganharam as suas versões reais, mas por outro lado, vários deles já são parte do nosso cotidiano. Relembre, a seguir, algumas das tecnologias que saíram da ficção para a realidade.

Óculos inteligentes

O Google Glass é um dos vários modelos de óculos inteligentes que existem atualmente (Foto: Divulgação)

No filme “De Volta para o Futuro 2”, de 1989, vários personagens utilizavam óculos cheios de recursos eletrônicos, que podem ter servido de inspiração para que o Google e outras empresas lançassem os óculos inteligentes, como o Google Glass, que tem acesso à internet, grava vídeos, tira fotos, faz ligações e muito mais.

Robôs domésticos

Robô doméstico japonês foi inspirado na simpática "Rosie", da animação "Os Jetsons" (Foto: Divulgação)

O desenho “Os Jetsons”, da década de 1960, mostrava uma série de tecnologias que são muito comuns hoje em dia. Um dos destaques era o robô “Rosie”, que trabalhava como doméstica, muito parecido com os robôs lançados por uma empresa japonesa, que são capazes de executar várias tarefas domésticas.

Celular com leitor biométrico

O leitor biométrico do iPhone 5S teria sido inspirado no celular usado pelo espião mais famoso do cinema? (Foto: Divulgação)

O recém-lançado Samsung Galaxy S5 trouxe um sistema de leitura biométrica, recurso também presente no iPhone 5S. Mas em 1997, quando os celulares ainda nem eram populares, o espião James Bond já usava um celular com leitor de digitais, no filme “007 – O Amanhã Nunca Morre”.

Homem biônico

Franck, o homem biônico que está sendo criado por pesquisadores ingleses (Foto: Divulgação)

Usando 28 partes artificiais do corpo humano, uma empresa inglesa construiu “Franck”, uma espécie de homem biônico que enxerga por meio de câmeras, é capaz de ouvir e tem até com um “coração”. Ele ainda está sendo desenvolvido e foi inspirado no seriado “O Homem Biônico”, dos anos 70.

Capa de invisibilidade

O equipamento de camuflagem Quantum Stealth foi inspirado na capa de invisibilidade do Harry Potter (Foto: Divulgação)

A capa de invisibilidade do Harry Potter ganhou uma versão parecida na vida real, desenvolvida para atividades militares. O produto, conhecido como Quantum Stealth, é capaz de dobrar as ondas de luz ao redor de uma pessoa ou objeto, tornando o alvo invisível, em determinadas circunstâncias.

Comandos por voz e movimentos

Vários videogames já contam com o recurso de comandos por voz e movimento, que apareceu em diversos filmes do passado (Foto: Divulgação)

Em “De Volta para o Futuro II”, Marty McFly encontra aparelhos que reagem aos comandos de voz e videogames que detectam os movimentos dos jogadores, quando viaja para o ano de 2015. As duas tecnologias já são facilmente encontradas em games, celulares, eletrodomésticos e outros tipos de aparelhos.

Aviões controlados à distância

Os drones também foram vistos em vários filmes (Foto: Divulgação)

Conhecidos como drones, os aviões controlados à distância, muito usados em atividades militares, também já foram vistos em vários filmes e animações de épocas passadas.

Chamadas de vídeo

No desenho animado "Os Jetsons", da década de 1960, fazer chamadas de vídeo, ao invés de ligações telefônicas, era algo muito comum (Foto: Divulgação)

O mesmo pode ser dito dos vídeochats, oferecidos por vários smartphones e programas como Skype, FaceTime, Hangouts, etc. Nos anos 60, os personagens de “Os Jetsons” já usavam tal recurso, em substituição às ligações telefônicas convencionais.

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