Saiba quais os perigos da redução de estômago

Não é todo paciente que pode fazer a cirurgia de redução de estômago, sendo necessário acompanhamento e indicação médica. Antes de fazer a cirurgia…

Obesidade leva à cirurgia de redução de estômago (Foto: Divulgação)

Não é todo paciente que pode fazer a cirurgia de redução de estômago, sendo necessário acompanhamento e indicação médica. Antes de fazer a cirurgia é realizada avaliação cardiológica, por exemplo, para saber se o paciente está apto a passar por anestesia e todo o procedimento cirúrgico.

Perigos da cirurgia de redução de estômago

O paciente que se submete a esse tipo de procedimento quer ganhar saúde e perder quilos a mais, que acabam prejudicando o dia a dia e comprometendo atividades que exijam esforço físico, deixando o paciente triste e às vezes isolado na sociedade.

Voltar a engordar

Compulsão por doce (Foto: Divulgação)

Tudo o que o paciente que fez a cirurgia não quer é ganhar os quilos extras e voltar a condição de obesidade, porém, o índice de insucesso da cirurgia de redução de estômago é de 10%. Normalmente acontece com pacientes que foram mal selecionados, por exemplo, pessoas compulsivas que gostam de beliscar alimentos ou doces e pessoas que bebem álcool a mais, ou seja, compulsivos por bebida.

Índice de mortalidade

A cirurgia de redução de estômago tem uma mortalidade entre 1.3 e 1.8% pelo procedimento de anestesia e cirurgia em si.

Depressão

Culpa por comer demais (Foto: Divulgação)

É comum ver pacientes que fizeram a redução de estômago se sentindo depressivos e angustiados, muitos não conseguem aceitar alimentos sólidos, preferindo os líquidos e nesse processo é importante que o psicólogo ajude o paciente. O profissional de psicologia é importante também quando se trata de uma pessoa que transfere a compulsão, antes destinada ao alimento, para compulsões financeiras, sexuais entre outras.

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Cuidados com a alimentação

É preciso evitar alguns alimentos (fritura, doces), pois estes podem sobrecarregar o pâncreas, além de causar diabetes e o ganho de peso do paciente. No cardápio a alimentação precisa ser balanceada, porque a redução de estômago não garante que o indivíduo vá ficar magro para o resto da vida, seus hábitos é que ditarão seu peso. Na dieta deve constar frutas e verduras com fibras (farinha de linhaça e de aveia).

A cirurgia é revolucionária, podendo garantir melhoria na qualidade de vida e mais saúde para a pessoa que era obesa. Para garantir apenas as vantagens do procedimento e ser um caso de sucesso, é preciso se preparar antes de ir para a mesa de cirurgia, com profissionais qualificados, ter consciência de que a cirurgia não é feita apenas por estética e se preparar para o pós-operatório, com inclusão de atividade física na rotina, alimentação balanceada e acompanhamento psicológico, já que a mudança começa pela cabeça do paciente.

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