Redacao 08/03/2019 Esportes

O polo aquático é um esporte coletivo praticado em uma piscina que lembra o handball praticado em quadras. Sendo uma modalidade olímpica – a primeira modalidade coletiva a fazer parte das olimpíadas – o polo aquático é disputado entre dois times com sete jogadores cada – incluindo o goleiro. A piscina onde se pratica polo aquático tem que ter pelo menos vinte metros de comprimento, podendo chegar a trinta metros, entre dez e vinte metros de largura e pelo menos dois metros de profundidade. A bola deve ser segurada pelos jogadores com apenas uma mão e não pode afundar em momento algum. Os jogadores tem vinte e quatro segundos para realizarem as jogadas, o que tá muito dinamismo ao esporte. Apenas o goleiro pode segurar a bola com as duas mãos ao mesmo tempo. O polo aquático chegou ao Brasil no início do século XX, no Clube de Regatas Botafogo, Clube de Regatas Vasco da Gama e no clube Natação e Regatas. Demorou muito tempo para que o Brasil conseguisse ter alguma expressão na prática do esporte, mas atualmente vem conquistando bons resultados.

Sendo um esporte extremamente dinâmico e que exige muito da capacidade física, o polo aquático esteve presente em praticamente todas as olimpíadas modernas, mas apenas nas olimpíadas de 2000, em Sydney, é que passou a existir a modalidade feminina do polo aquático. A CBDA – Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – é quem organiza o polo aquático no Brasil, sendo responsável pela realização das diversas competições regionais e nacionais, em todas as suas modalidades. Atualmente, o Brasil é campeão do Campeonato Sul-Americano, mas mesmo com os bons resultados obtidos, o polo aquático é um esporte que tem pouca atenção da mídia e acaba sendo desconhecido para a maior parte da população.

No Brasil, existem diversas federações regionais de esportes aquáticos, como é o caso da Federação Aquática Paulista, que organiza o esporte no estado, realizando diversas competições e fornecendo cursos para quem deseja se tornar árbitro de polo aquático. Nas unidades do SESI é possível encontrar a estrutura para a prática de polo aquático que, assim como qualquer outro esporte, não deve ser praticado sem que antes as pessoas conheçam suas técnicas, para não sofrerem lesões por realizarem alguns movimentos de forma incorreta. Existem, em todo o país, diversos clubes particulares que oferecem a modalidade aos seus associados, como por exemplo, o Clube do Fluminense, no Rio de Janeiro ou o Clube Pinheiros em São Paulo. O importante é conhecer bem em qual modalidade você vai se encaixar, respeitar as regras e praticar o esporte com orientação e segurança.

Aqui é possível encontrar o contato de todas as federações regionais existentes, para que você consiga encontrar facilmente o local mais próximo para a prática do polo aquático.

 

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