Inca fornece sugestões para reduzir mortes de mulheres com câncer de mama no país

O Inca (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva divulgou nesta segunda-feira (31) cinco recomendações para reduzir os números de mortalidade do…

(Imagem: Foto divulgação)

O Inca (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva divulgou nesta segunda-feira (31) cinco recomendações para reduzir os números de mortalidade do câncer de mama, em complemento às fornecidas em 2010 durante o Outono Rosa, onde foram focadas nas ações de prevenção, informações e detecção precoce.

O lançamento das novas recomendações foi feito no evento “Inca no Outono Rosa: fortalecendo laços para o controle do câncer de mama”. Neste ano, as sugestões são focadas no tratamento das mulheres com tumores malignos de mama.

Como o câncer de mama, é o tumor que mais mata as mulheres em todo o mundo, sendo responsável pela morte de mil mulheres por ano, o Inca deseja aliar profissionais da área de saúde para discutir políticas públicas e o papel da sociedade no controle da doença.

Segundo o diretor geral do Inca, Luiz Antonio Santini, a finalidade do Instituto no Outono Rosa é colaborar com informações de qualidade para população sobre a doença.

As cinco sugestões do instituto para o tratamento do câncer de mama são:

1. Toda mulher com diagnóstico da doença confirmado, deve começar seu tratamento o mais rápido possível, não excedendo o período de três meses. De acordo com estudos científicos, o atraso superior a três meses entre a análise e o início do tratamente, compromete a expectativa de vida da mulher.

2. Quando for recomendado, o tratamento complementar de quimioterapia ou hormonioterapia deve ser iniciado no máximo em dois meses e o de radioterapia em quatro meses. Os atrasos no início do tratamento complementar elevam os riscos de recorrência local da doença e reduzem a expectativa de vida da mulher.

3. Amulher com o câncer de mama deve ser seguida por um grupo especializado, o qual requer desde cirurgião, psicólogo, nutricionista, e fisioterapeuta. A doença é uma doença complexa cujo tratamento requer a cooperação de vários profissionais. Segundo a experiência mundial, os serviços que disponibilizam uma abordagem multidisciplinar possuem melhor desempenho no tratamento.

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4. A mulher com o diagnóstico da doença, deve possuir Registro de Câncer em atividade. Esses registros coletam informações essenciais para acompanhar, monitorar e avaliar o atributo do tratamento. As informações dos Registros ajudam a implementação de políticas e ações de melhoria na procura padrões de nobreza no tratamento.

5. A mulher possui direito aos cuidados paliativos para o apropriado controle dos sintomas e apoio social e psicológico. Esta é uma doença que fragiliza a mulher e seus familiares em diversas ocasiões da vida. O apoio social e psicológico para os pacientes e familiares fortalece-os para o enfrentamento da doença.

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