Horário de verão começa no dia 21 de outubro

O horário do verão irá começar à zero hora do dia 21 de outubro, na madrugada entre sábado e domingo, e irá até à…

O horário do verão irá começar à zero hora do dia 21 de outubro, na madrugada entre sábado e domingo, e irá até à zero hora de 17 de fevereiro de 2013. Os relógios deverão ser adiantados em uma hora nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, no Distrito Federal e na Bahia. O intuito maior de instituir o horário de verão, que neste ano irá durar 119 dias é conseguir que o País aproveite melhor a luminosidade natural, uma vez que os dias são mais longos durante esse período e pode-se diminuir o uso de energia elétrica e o alto consumo no intervalo entre 18h e 21h.

Adiante seu relógio em uma hora (Foto: divulgação)

Horário de verão começa no dia 21 de outubro

O horário de verão começa no dia 21 de outubro e irá contribuir para diminuir o consumo da energia elétrica, uma vez que quando as pessoas chegam as suas casas a partir das 18 horas logo acendem a luz. O mesmo acontece com a iluminação pública. Com o horário de verão as pessoas irão precisar acender as luzes de casa somente depois das 19 horas o que vale também para os postes que iluminam as ruas.

Objetivo é aproveitar melhor a luz do sol (Foto: divulgação)

Horário de verão: economia para o País

Segundo o secretário de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ildo Grüdtner o horário de verão gera economia para o Brasil de aproximadamente R$ 3 bilhões em energia. Caso não houvesse o horário de verão, esse dinheiro deveria ser investido para construir novas usinas térmicas para sustentar um consumo de 2.200 megawatts (MW) durante o horário de pico, que vai das 19h às 21h no Brasil.

Economia de bilhões de reais para o País (Foto: divulgação)

 

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Durante o verão, os baixos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas fazem com que seja necessário acionar as usinas térmicas que produzem uma energia elétrica mais cara. O horário de verão em 2012 também irá fazer com que o governo deixe de gastar R$ 280 milhões para adquirir combustível para as usinas térmicas que são movidas a queima de carvão ou de combustível.

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