Dicas para educar uma criança sem a presença do pai

A família em sua configuração clássica não está mais tão presente assim, hoje é perfeitamente possível educar os filhos sem a figura masculina no lar. […]

O conceito de família, como quaisquer outros termos sociais, tão usados no dia a dia por todos, mudou e hoje está muito mais ligado aos sentimentos entre os membros, do que a permanência dos pais no lar, por exemplo. Nesse sentido, o que se vê atualmente, são mães cuidando de suas crianças sem a presença da figura masculina. Como é possível educar os pequenos em meio a este cenário?

De acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 30% dos lares brasileiros são comandados por mulheres. Isso pode significar que elas estão com a educação dos filhos, exclusivamente em suas mãos, em muitos casos.

O primeiro passo é a própria mulher ser bem-resolvida, para não afetar as crianças. Por exemplo, há casos e casos de separação e a mãe, muito ainda ressentida com o fim do casamento, acaba jogando todas as mágoas para cima do filho e acaba maltratando ele. Isso é visto sempre por aí, infelizmente. Ou nos casos de produção independente, é muito importante que ela tenha em mente que vai precisar de dedicação dobrada, já que não existe a figura do pai.

O segundo passo é ampliar os laços fraternos que o filho possa ter. Se a família da mãe é grande, se tem avós, irmãos, primos, é muito interessante destacar essas relações, para que a criança tenha sempre bastante carinho por perto. Caso contrário, é importante então a responsável mostrar ao pequeno que o amor deve existir sempre entre as pessoas, independente de tudo.

Portanto, os valores como o amor ao próximo, a si mesmo, os sentimentos mais nobres devem ser apontados sempre que possível pela mãe, que está sozinha na criação dos filhos. Independente do motivo pelo qual ela está só nessa batalha diária, o que mais deve ser destacado é realmente o carinho.

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Isso não quer dizer mimo. Muitas mamães, ao se culparem por estarem sozinhas, acabam dando tudo aos filhos, como se fosse para compensar a ausência da figura masculina. Os especialistas são totalmente contrários a isso. O fato de não haver o pai na criação da meninada, não quer dizer que, necessariamente, a criança será carente e que deverá ter tudo nas suas mãos. Ela deverá ter sim, muita informação sobre o que é família, o que são os sentimentos, como eles podem ser melhorados, e muito mais.

 

 

 

 

 

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