Editorial MDT 19/09/2013 Bem Estar

A lei determina que as crianças portadoras de autismo possuam os mesmos direitos que aquelas que sofrem com outras deficiências. A escola nova defende que todos os alunos devem frequentar escolas regulares e aprender, independente da deficiência mental. Saiba mais sobre o assunto e veja como incluir alunos autistas na escola.

As crianças com autismo podem ser inclusas na escola regular. (Foto: divulgação)

Inclusão social do autista

Muito tem se falado sobre o autismo na atualidade. Os comentários estão relacionados com a lei nº 12.764, que institui a “Politica Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista”. Adotada em dezembro de 2012, a medida faz com que os autistas sejam considerados pessoas com deficiência, tendo os mesmos direitos de inclusão que as demais que não são portadoras, inclusive na educação.

A lei é vista por especialistas como um reforço para a inclusão. A mesma estabelece que o autista possui o direito de estudar em escolas regulares, tanto na Educação Básica quanto no Ensino Profissionalizante e se necessário pode ter um acompanhante especializado. São definidos ainda, sanções aos gestores que negarem a matrícula dos estudantes com deficiência. A punição dada ao mesmo será de três a 20 salários mínimos, podendo levar até a perda do cargo.

A lei obriga que o diretor matricule a criança com autismo na escola regular. (Foto: divulgação)

Como incluir alunos autistas

Valorizar as diferenças e incluir as crianças especiais na escola é um passo muito importante para o aprendizado das mesmas. Dentre os principais diagnósticos de psicose, está o autismo. Porém, essa condição exige tratamentos específicos, feitos por equipes multidisciplinares. Quando acompanhada e tratada, não existem motivos para que a criança não seja incluída e desenvolva seu aprendizado. O papel da escola é aderir soluções pedagógicas para ela.

Uma escola inclusiva exige um projeto pedagógico muito bom. A inclusão vai muito além de ter banheiros e rampas adaptadas, o que contraria muitos pensamentos. A cartilha de Atendimento Educacional Especializado em Doença Mental é essencial, já que fala sobre o assunto.

O ponto chave para a inclusão do autista está na comunicação. É essencial descobrir uma forma, não importa qual, que possibilite estabelecer algum tipo de comunicação com a criança. Além disso, a presença de um cuidador e acompanhante de sala podem ser muito importantes. No caso do autismo, já existem provas sobre o que funciona ou não na escola. Além disso, é essencial que os profissionais busquem capacitação e adaptações no currículo para que a inclusão aconteça da melhor forma possível.

O professor deve buscar informações novas para atender o aluno autista. (Foto: divulgação)

Muitos mitos e verdades sobre o autismo são criados, fazendo com que a inclusão social seja dificultada. O fato é que as crianças portadoras dessa deficiência mental podem sim fazerem parte de uma escola regular e terem um excelente aprendizado. Aposte nas dicas de inclusão para autistas.

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