Como evitar as dívidas

Comprar uma casa, viajar para o exterior, trocar o carro velho por um modelo mais novo, tomar empréstimo e até mesmo a compra de um smartphone mais caro são apenas algumas das situações que podem levar qualquer pessoa a ficar endividada, caso não haja organização e disciplina por parte do consumidor.

Ao perder o controle da sua vida financeira, muitas pessoas acabam bastante endividadas (Foto: Divulgação)

Para evitar as dívidas, é preciso ter um maior controle sobre as finanças, equilibrando a relação entre receitas e despesas. Mas não basta apenas isso, e se você quer ter uma vida financeira muito mais saudável, não deixe de conferir as dicas abaixo.

Não gaste mais do que você ganha

Adequar os gastos ao seu orçamento é a maneira mais básica de eliminar as dívidas (Foto: Divulgação)

O erro mais comum e que leva facilmente às dívidas é gastar mais do que você ganha. Se o seu salário é de R$ 1.000,00 e você gasta R$ 1.200,00 a cada mês, por exemplo, abusando do cartão de crédito e do cheque especial para ultrapassar esse limite, uma hora a dívida vai estourar.

Para evitar que isso aconteça, anote no papel todos os gastos mensais e compare com o valor do seu salário. A partir daí, comece a cortar as despesas supérfluas e se planeje para gastar menos, de modo que passe a sobrar algum dinheiro, ao invés de faltar.

Evite emprestar o seu nome

Fazer compras ou empréstimos para outras pessoas costuma não ser uma boa ideia (Foto: Divulgação)

Outra situação que pode resultar em muitas dores de cabeça e dívidas para pagar é emprestar o nome (fazer crediário em seu CPF para um amigo ou parente). Caso a pessoa para a qual você fez aquela compra ou empréstimo deixar de pagar, é você que será cobrado, já que o débito está em seu nome.

Portanto, pense bem antes de permitir que outras pessoas usem o seu nome para fazer compras, empréstimos e outros tipos de transações financeiras.

Crie uma poupança para situações emergenciais

É importante ter uma boa reserva de dinheiro para usar em situações de emergência, como no caso de desemprego, por exemplo (Foto: Divulgação)

Uma parte do dinheiro que sobrar do seu salário pode ser investida na criação de uma poupança para ser utilizada em situações de emergência, como o desemprego, por exemplo. Especialistas indicam que a aplicação deve ter dinheiro para pelo menos seis meses de despesas e não pode ser usada no dia a dia.

Com esse dinheiro guardado, dá para quitar as contas durante um tempo, quem sabe até que você consiga um novo emprego, sem ter que apelar para o uso do cheque especial, do cartão de crédito ou do pedido de empréstimo junto ao banco.

Planeje o futuro

Separar 10% da renda mensal também pode contribuir para uma vida sem dívidas, formando um investimento a médio ou longo prazo (Foto: Divulgação)

Além de criar o “fundo de emergência” citado acima, é importante também separar ao menos 10% da renda mensal para aplicar em algum investimento (pode ser até mesmo outra conta poupança).

Essa aplicação a médio ou longo prazo poderá ser usada para viajar, comprar um carro ou na realização de outros sonhos, além de se tornar uma boa alternativa para a aposentadoria.

Seja moderado ao usar os cartões de crédito

O cartão de crédito pode se tornar um grande vilão, se usado de maneira inadequada (Foto: Divulgação)

Muita gente usa o limite do cartão de crédito como uma extensão do seu salário, gastando sem pensar. O problema é que, no mês seguinte, a conta vai chegar pesada, bagunçando as finanças.

Para não ter que enfrentar essa situação, utilize-o somente quando necessário e não se esqueça de pagar o valor total da fatura.

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