Vítimas do restaurante que explodiu serão enterradas hoje

Os corpos dos três mortos na explosão do restaurante Filé Carioca situado na Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, serão sepultados na…

Os corpos dos três mortos na explosão do restaurante Filé Carioca situado na Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, serão sepultados na parte da tarde desta sexta-feira (14). No drama ocorrido no início de quinta-feira (13), 17 pessoas foram feridas. Quatro delas ainda permanecem internadas, sendo três em estado gravíssimo.

O corpo de Matheus Macedo de Andrade, de 19 anos, será enterrado às 13h no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Oeste. O garoto cruzava em frente o restaurante, indo para o trabalho, quando houve a explosão.

Já o enterro do chefe de cozinha do restaurante, Severino António, está marcado para as 14h no Cemitério do Murundu, em Realengo, também situado na Zona Oeste do Rio.

E a terceira vítima do acidente, o sushiman Josimar, também será enterrado as 14 h no Cemitério de Jacarepaguá, na Zona Oeste.

Proprietário do restaurante recebe alta

Carlos Rogério do Amaral em estado de choque, o proprietário do restaurante chegou a ser levado para o hospital ao saber do acidente, no entanto, já teve alta. Segundo seus amigos, Amaral desmaiou e teve aumento na pressão arterial. No hospital Hospital Quinta D´Or,em São Cristóvão, na Zona Norte, onde deu entrada, o dono do restaurante recebeu sedativos e acompanhamento psicológico e foi liberado.

Vazamento de gás

Segundo Antonio Bonfim, delegado da 5ª DP (Mem de Sá) responsável pela averiguação, afirmou que foi confirmado a existência de vazamento de gás, baseado em 12 depoimentos de testemunhas.

De acordo com a policia, o titular do restaurante, pode responder por homicídio doloso. “Falar em crime em primeiro momento é meio complexo. Mas que ele (o dono) vai ser responsabilizado, sim. Tem uma série de crimes, até o próprio homicídio por dolo eventual, se ele tinha consciência de uma situação dessa natureza e não tomou medida nenhuma. Mas só as investigações vão chegar objetivamente à responsabilizar alguém. Ele pode responder por uma série de outros crimes, mas vamos primeiro verificar o que temos e o que leva à responsabilidade da pessoa dele”.

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