Tudo sobre Armando Babaioff ou Benoliel de Duas caras Tudo sobre Armando Babaioff ou Benoliel de Duas caras

Tudo sobre Armando Babaioff ou Benoliel de Duas caras

Armando Babaioff, ou Benoliel da novela duas caras, é um ator que diz amar a profissão. Nascido e criado na Zona Oeste do Rio…

Por Editorial MDT em 07/11/2007

Armando Babaioff, ou Benoliel da novela duas caras, é um ator que diz amar a profissão.

Nascido e criado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Babaioff trocou sua cidade por Niterói aos 15 anos e diz que “pegava dois ônibus, a barca e ainda andava muito para chegar” no teatro onde deu inicio a sua carreira.

Conheça a ficha completa de Armando Babaioff

Nome – Armando Babaioff.
Nascimento – 1º de abril de 1981, em Recife.
Na TV – “Gosto de documentários”.
Ao que não assiste na TV – “Aqueles programas de cunho religioso”.
Nas horas livres – “Corro”.
No cinema – “Gosto de tantos, mas o último que me pegou foi “Piaf – Um Hino ao Amor”, de Oliver Dahan”.
Música – “Tenho ouvido muito Quinteto da Paraíba e Grupo Gesta”.
Livro – “Se um Viajante Numa Noite de Inverno”, de Ítalo Calvino.
Prato predileto – “Prefiro as sobremesas”.
Pior presente – “Meias”.
O melhor do guarda-roupa – “Camiseta branca”.
Perfume – “Intenso”, de Ermenegildo Zegna.
Mulher bonita – Natalie Portman.
Homem bonito – Jude Law.
Cantor – Cartola.
Cantora – Dulce Pontes.
Ator – Marlon Brando.
Atriz – Marília Pêra.
Escritor – Caio Fernando Abreu.
Arma de sedução – “Meu papo”.
Programa de índio – “Assistir à TV Senado”.
Melhor viagem – “Quando atravessei a Bolívia e o Peru até chegar em Machu Picchu”.
Sinônimo de Elegância – Ariano Suassuna.
Melhor notícia – “Ouvir um “te amo””.
Inveja – “De quem tem alongamento natural”.
Ira – “De ver tanta injustiça e não saber o que fazer”.
Gula – “Sorvete”.
Cobiça – “Ser criança de novo”.
Luxúria – “Ah, muita coisa…”.
Preguiça – “De quem não faz esforço na vida”.
Vaidade – “Usar pomada no cabelo”.
Mania – “Passar baixinho o texto de cena no meio da rua, quase resmungando”.
Filosofia de vida – “Um trecho do Caio Fernando Abreu: “Então (…), respirou fundo e pensou que era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza”.

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