Sem-teto tomam dez edifícios em São Paulo

No começo da madrugada desta segunda-feira (7), vários movimentos dos sem-teto tomaram 10 residencias na capital paulista. De acordo com os protestantes, pelo menos…

No começo da madrugada desta segunda-feira (7), vários movimentos dos sem-teto tomaram 10 residencias na capital paulista. De acordo com os protestantes, pelo menos 2.600 pessoas participam das atuações. Entre as exigências dos protestantes estão a entrega de habitações do Programa Renova Centro, da prefeitura, e o começo das obras da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) que, de acordo com os protestantes, estariam padaradas em várias regiões da cidade.

Os protestantes afirmam se reunir no Pátio do Colégio, às 9h, e caminharem até a CDHU. Eles desejam uma reunião com representetantes dos governos municipal e estadual para debater políticas de habitação.

O primeiro edifício dominado, à meia-noite, está situado na Rua Tabatinguera. Na parte central, estabelecimentos nos número 617, 613, 625 e 601 da Av. São João, dois na Rua Conselheiro Nébias, número 314. Na zona leste, uma tomada ocorreu na Rua Dr. Carlos Guimarães, no Belém, uma delas em um edifício da CDHU, perto à Av. Celso Garcia. Na rua Borges de Figueiredo, na Mooca, também possui um prédio ocupado. O último domicílio tomado, às 4h, está situada na Rua Rio Branco. A Polícia Militar divulgou que segue os movimentos e que não houve confronto com os protestantes.

Em nota enviada à jornalistas, as ações exigem habitação às pessoas que deixaram os prédios São Vit e Mercúrio, na região do parque Dom Pedro, no centro da capital, que acabaram de ser derrubados pela prefeitura em maio deste ano. Solicitam ainda que a prefeitura divulgue quando entregará os 53 edíficios que seriam desocupados, na região central, pelo Programa  Renova Centro, ação prometida em fevereiro pelo prefeito Gilberto Kassab.

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A nota ainda diz em “”5.000 unidades habitacionais para o atendimento no Programa de Locação Social; 5.000 atendimentos no Programa Bolsa Aluguel para situações emergências até o atendimento definitivo; atendimento da demanda dos movimentos de moradia que atuam efetivamente na área central há anos no empreendimento habitacional na área da SPU – Secretaria do Patrimônio da União/Pari (Feira da Madrugada), de acordo com o governo federal”.

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