Sem Parar reduz custo da mensalidade e adesão

Os abatimentos de tarifas para o Sem Parar divulgadas nesta segunda-feira (28) pelo governo de São Paulo não serão válidos para motoristas que usam…

Um dos novos planos terá mensalidade de R$ 8, sem taxa de adesão.

Os abatimentos de tarifas para o Sem Parar divulgadas nesta segunda-feira (28) pelo governo de São Paulo não serão válidos para motoristas que usam rodovias federais, em outros Estados ou estacionamentos credenciados.

As alterações, que entram em vigência no dia 15 de junho, abrangem planos pré-pagos e modalidades sem taxa de adesão e mensalidade menor, mas que só valerão para pagamento eletrônico de pedágio nas rodovias estaduais da capital paulista.

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Um dos novos planos terá mensalidade de R$ 8, sem taxa de adesão. Já aqueles que possuem o plano clássico devem pagar hoje, R$ 11,90 da mensalidade mais R$ 66,72 pela taxa de adesão.

O abatimento para estradas estaduais foi proferido pela Agência de Transportes de São Paulo (Artesp) e teve influência política do governador Geraldo Alckin (PSDB), que deseja difundir o pedágio eletrônico.

O benefício abrange várias vias importantes como Imigrantes, Ayrton Senna, Bandeirantes, Anhanguera, Castello Branco e Raposo Tavares, porém também exclui outras relevantes, federais como Fernão Dias, Régis Bittencourt, e Dutra.

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Outros abatimentos de custos teriam de ser ajustados com os estacionamentos (shoppings, aeroportos e universidades) ou, no caso de estradas federais com as concessionárias e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o que por enquanto não é previsto.

Caso o motorista selecione o plano mais em conta, mas precise um dia usar estacionamento, rodovia federal ou de outro Estado, ele não será impedido, mas precisará pagar uma diferença de R$ 3,90, somente naquele mês.

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Sem reembolso

As alterações, que entram em vigor em 15 de junho, abrangem planos e modalidades sem taxa de adesão e mensalidade menor.

Se o usuário mudar para o modelo mais acessível, ele não terá reembolso, já que o plano contratado é mais amplo e não foi extinto – é ele quem resolverá optar por um modelo que proporciona menos serviços, porém é mais barato.

Para realizar a transferência, é necessário ir a um dos 350 postos de atendimento, cujos endereços podem ser encontrados por telefone ou pela internet. Não há custo.

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