Redução nos preços das cestas básica

Redução nos preços das cestas básica

Pesquisa recente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), constatou que nove das 17 capitais pesquisas apresentaram quedas no preço de alimentos…

Por Editorial MDT em 06/10/2011

Pesquisa recente do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), constatou que nove das 17 capitais pesquisas apresentaram quedas no preço de alimentos da cesta básica.

O levantamento divulgado ontem (5), mostrou que a maior redução dos custos ao consumidor aconteceram em Natal (- 6, 17%), seguido por João Pessoa ( – 2,85%) e Aracaju (-2,19). Outras reduções ocorreram em Salvador (-0,61%), Curitiba (-0,79%), no Rio de Janeiro (-0,9%), em Brasília (0,96%), Recife (-1,22%) e Fortaleza (-1,42%). Em contrapartida, as altas nos preços foram a realidade do estudo em Goiânia (1,87%), Belo Horizonte (059%) e Manaus (0,52%).

As capitais onde o consumidor deve desembolsar mais pela cesta básica são Porto Alegre, custando R$ 272,09 (0,31%) e São Paulo, com preço de R$ 267,19 (0,16%), seguidas por Florianópolis (R$ 260,33), Belo Horizonte (R$ 250,96) e do Rio de Janeiro (R$ 250,81). Já os preços mais acessíveis ficam em Aracaju (R$ 183,61), João Pessoa (R$ 196,69) e Fortaleza (R$ 203,20).

O custo dos alimentos:

O Dieese constatou que o leite aumentou em 15 capitais, especialmente em Natal, onde apresentou alta de 14,93%. Os únicos locais onde houve queda foram Porto Alegre, com (- 1,75) e Salvador (- 2,94%).

A carne encareceu em 13 cidades, onde Goiania foi a campeã da alta, com 6,18%. Quedas aconteceram somente em quatro capitais, e as mais significativas ocorreram em Salvador (-2,06%) e Natal (-3,06%).

O feijão teve alta em 11 capitais, onde o maior aumento aconteceu em Belém (10,81%) e Fortaleza (7,38%) mas apresentou queda em seis capitais, onde o preço mais baixo era em Goiânia (-2,47%) e Natal (-3,88%). O arroz apresentou elevação nos preços ao consumidor, onde Porto Alegre se destacou, com 11,61%, mas porém o custo permaneceu no mesmo patamar da pesquisa do mês passado em Belo Horizonte, Fortaleza e Florianópolis.

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