Os Assassinatos Mais Marcantes das Novelas

Se existe algo capaz de parar o país quando diz respeito a novelas, geralmente é a morte de algum de seus personagens, especialmente se…

Se existe algo capaz de parar o país quando diz respeito a novelas, geralmente é a morte de algum de seus personagens, especialmente se for um assassinato. Pode parecer sádico, mas muitas novelas levantaram em suas audiências justamente com este tipo de cena, e claro, algumas foram tão marcantes que ficaram em nossa memória. Confira só a lista:

Salomão Hayala (O Astro – 1977)

O personagem de Dionísio Azevedo era tão querido que a lista de suspeitos de sua morte era imensa, mas apelaram para o óbvio na hora da revelação, quando revelaram que o assassino era Felipe (Edwin Luise), amante de sua esposa Clô (Tereza Rachel), e o cabeleireiro Henri (José Luiz Rodi). Atualmente sendo exibida em remake, pode ser o assassino mude.

Odete Roitman (Vale Tudo – 1988):

O assassinato da grande vilã de Vale Tudo entrou para a história da teledramaturgia brasileira. A personagem de Beatriz Segall foi assassinada a tiros quase no fim da trama e deu início a um dos “quem matou” mais lembrados de todos os tempos. E sua morte foi puro acidente: é que sua assassina, Leila (Cassia Kiss) atirou ao pensar que estivesse fazendo isso com a amante do marido.

Kléber Noronha (A Próxima Vítima – 1995):

Como já dá para supor pelo nome, A Próxima Vítima foi um banho de sangue do começo ao fim e o personagem de Antônio Pitanga estava pelo meio do caminho. Se a novela inteira foi marcante por si só, as circunstâncias da morte de Kleber tornaram a ideia mais surreal: ele foi empurrado pelo assassino no poço do elevador em uma cena que fez muita gente ter medo de elevadores.

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Gonçalo (A Favorita – 2008):

O personagem de Mauro Mendonça foi uma das vítimas da maléfica e impagável Flora (Patrícia Pillar), que não se contentou com simplesmente a ideia de matar. Ela ainda o torturou psicologicamente fazendo-o crer que sua esposa e neta estava mortas, tudo isso com generosas doses de sarcasmo. Não foi um assassinato a sangue frio, mas o cenário criado por Flora fez tudo que era necessário para que a cena entrasse para a história.

Saulo (Passione – 2010):

O personagem vivido por Werner Schünemann, um vilão do qual só mesmo a mãe sentiu falta, foi encontrado nu e ensanguentado na cama de um motel. E ele era tão querido por todos outros que não faltaram suspeitos para sua morte. Por fim, a assassina era a vilã Clara (Mariana Ximenes), que sofreu abuso sexual nas mãos dele, porem a culpa caiu sobre seu cúmplice, Fred (Reynaldo Gianecchini).

Araci (Insensato Coração – 2011):

A presidiária interpretada por Cristiana Oliveira era a manda-chuva da cadeia e não se cansava de infernizar todas as outras detentas, especialmente Norma (Glória Pires). O que ela não esperava era que a moça fosse começar o seu currículo de vingança justamente com ela. Foi com a morte de Araci, que Norma conseguiu dar início a sua caçada a Léo (Gabriel Braga Nunes).

Irene (Insensato Coração – 2011):

Interpretada por Fernanda Paes Leme, a prima chata e obcecada por Pedro (Eriberto Leão) foi assassinada por Léo (Gabriel Braga Nunes), para evitar que seus golpes fossem descobertos. Seu atropelamento e o clima criado pela produção fez muita gente dar pulo de medo no sofá.

 

Essa é apenas uma lista, mas e você? Tem algum palpite?

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