O Ponto G existe, segundo pesquisa

A localização do ponto G sempre criou muitas dúvidas entre as pessoas, afinal, ele está associado ao mistério do prazer feminino durante o ato…

Cientista norte-americano afirma ter descoberto o ponto G.

A localização do ponto G sempre criou muitas dúvidas entre as pessoas, afinal, ele está associado ao mistério do prazer feminino durante o ato sexual. No entanto, uma pesquisa publicada no ‘The Journal of Sexual Medicine’ declara a descoberta do tão procurada região que estimula o orgasmo da mulher.

O estudo realizado sobre a descoberta do ponto G tem a autoria do ginecologista norte-americano Adam Ostrzenski, do Instituto de Ginecologia da cidade de São Petesburgo. Ele garante que encontrou o local de estímulo no órgão genital feminino após analisar o cadáver de uma mulher de 83 anos, um dia após a morte.

Onde está o ponto G?

De acordo com a avaliação do cientista, o ponto G está numa parede da frente da vagina, sendo bem delineada. A estrutura fica comprimida numa espécie de casulo, mas ao ser removida, sofre extensão, alcançando 8,1 mm de comprimento.

De acordo com a pesquisa, quando a zona erógena é estimulada, ela aumenta de tamanho.

Adam Ostrzenski sabe que este assunto gera polêmica, afinal, estudos anteriores alegavam a inexistência do ponto G. Mas, ele acredita que nunca uma pesquisa analisou tão profundamente a vagina de uma mulher, por isso a sua teoria tem tudo para estar certa.

O cientista norte-americano relatou ter encontrado uma zona azulada e fibrosa, capaz de se dilatar ao receber estímulos. Esta região da vagina, considerada por ele como ponto G, é única no órgão feminino, ou seja, não existe outra estrutura similar.

Conscientes das controvérsias, o ginecologista afirmou que a estrutura anatômica do ponto G existe sim, mas pode haver diferenças de uma mulher para a outra.

Na opinião de alguns ginecologistas, o ponto G não pode se limitar apenas a um pedaço da mulher. Ele precisa levar em conta o conjunto, ou seja, outros pontos eróticos que quando estimulados geram prazer, como coxas e seios. Há ainda uma ressalva para a questão do afeto que a mulher sente pelo seu parceiro.

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Outros estudos sobre o ponto G

Estudos anteriores negam a existência do ponto G.

Em 2010, uma pesquisa do King’s College, de Londres, constatou que o ponto G não existe e que se trata apenas de um fruto da imaginação. Segundo os cientistas britânicos, que avaliaram 1.804 mulheres, não há provas que apontem uma zona erógena específica capaz estimular o prazer.

Da onde veio à ideia de ponto G?

O conceito de ponto G surgiu por volta de 1950, quando o cientista alemão Ernst Gräfenberg estudou a origem do orgasmo feminino. Ele levantou a possibilidade de existir uma região da vagina que, quando estimulada, resulta em orgasmos mais intensos. Como ainda era uma suposição, os pesquisadores consideraram a conclusão inválida, mas ela serviu de motivação para novas pesquisas mais aprofundadas.

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