Mercado brasileiro terá investimento bilionário para fabricação de veículos

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, divulgou nesta quinta-feira, que as fabricantes investirão  US$ 22 bilhões no…

Para este ano, espera-se uma alta de 4% a 5% nas vendas, para o repasse entre 3,77 e 3,81 milhões de unidades.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, divulgou nesta quinta-feira, que as fabricantes investirão  US$ 22 bilhões no mercado brasileiro até 2015.

A publicação foi realizada depois de uma reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. A importância do investimento já tinha sido divulgada há alguns dias, junto com o novo regulamento automotivo.

Belini, que também é o presidente da sociedade Fiat para a América Latina, garantiu que os investimentos das fabricantes e da seção de autopeças devem “deslanchar” neste ano, depois que o governo divulgar estratégias de incentivo econômico à indústria. “Acredito que os investimentos vão deslanchar neste ano, não só nas montadoras, como também em autopeças”, afirmou.

Atualmente, diversos projetos de novas fábricas de automóveis no país estão sendo elaborados por marcas como : Fiat, Suzuki, Toyota, Nissan e Hyundai.

A credibilidade automotiva, todavia, continua difícil diante da maior prudência das agências financeiras em emprestar a prazos maiores, devido ao acréscimo da inadimplência no começo do ano. Mantega assegurou que estudaria novas estratégias para facilitar o acesso ao crédito por pessoa física na compra de veículo, porém não deu detalhes.

Na última semana, o governo anunciou um novo regulamento automotivo no país para um intervalo de 2013 a 2017 em que incentiva a utilização de autopeças nacionais e investimentos em estudo e desenvolvimento pelas fabricantes em troca de estímulos tributários.

O presidente da Anfavea elogiou a estratégia de incentivo e disse que  “o setor vai continuar se expandindo”. Para este ano, espera-se uma alta de 4% a 5% nas vendas, para o repasse entre 3,77 e 3,81 milhões de unidades.

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