Meditação pode evitar doenças psiquiátricas

Meditação pode evitar doenças psiquiátricas

Uma nova pesquisa descobriu que pessoas que praticam meditação parecem ser competentes de desatar campos do cérebro, associadas aos distúrbios psiquiátricos, como o autismo…

Por Editorial MDT em 13/12/2011

Imagem: (Foto Divulgação)

Uma nova pesquisa descobriu que pessoas que praticam meditação parecem ser competentes de desatar campos do cérebro, associadas aos distúrbios psiquiátricos, como o autismo e a esquizofrenia. Estudar como o cérebro trabalha durante a reflexão pode ajudar no progresso de estudos, em centenas de doenças, segundo o autor do estudo, Judson Brewer, professor assistente de psiquiatria da Yale University, nos EUA.

Ele e seu grupo usaram análises de ressonância magnética para escanear a atividade cerebral em praticantes de meditação calouros e experientes. Os experientes reduziram a atividade na área normal do cérebro, associada a crises de atenção e distúrbios como a ansiedade, mesma região responsável pelo desenvolvimento de placas ligadas à doença de Alzheimer.

Os estudiosos descobriram também que quando  o “modo normal” de funcionamento do cérebro está ligado, áreas associadas com o automonitoramento e domínio cognitivo também estão ligados. Isso é certificado somente em quem pratica a atividade há muito tempo, mas não em quem é novato.

A explicação dos pesquisadores é que estes comportamentos indica que quem medita, analisa e elimina constantemente pensamentos egoístas. As pessoas que meditavam há muito tempo, foram capazes de coativar duas áreas do cérebro, durante a meditação e também enquanto relaxavam, advertindo que elas tenham criado um modo padrão novo, mais focado no presente.

“A habilidade da meditação de se focar no momento é parte da filosofia e da prática contemplativa há milhares de anos”, disse Brewer, no material de publicação da universidade.

“A marca registrada de muitas doenças mentais é uma preocupação com os próprios pensamentos, uma condição que a meditação parece afetar. Isso nos dá boas pistas sobre como os mecanismos neurais podem estar trabalhando clinicamente.” A pesquisa foi publicada na edição de Novembro da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Top