Ex de médico de Michael Jackson afirma ter recebido caixas com propofol

Depôs nesta terça-feira (4) no julgamento pela morte de Michael Jackson, Nicole Alvarez, a ex do médico Conrad Murray, que viviam juntos na época…

Depôs nesta terça-feira (4) no julgamento pela morte de Michael Jackson, Nicole Alvarez, a ex do médico Conrad Murray, que viviam juntos na época em que ele cuidava do astro.

O médico é acusado de homicídio culposo – sem intenção de matar – e se condenado pode pegar até 4 anos de prisão.

Nicole, que é atriz, começou seu depoimento contando da primeira vez que viu Michael Jackson. Segundo ela, Murray a teria levado até a mansão do “Rei do Pop” para que eles se conhecem. Ela ficou surpresa na data e quando questiona sobre sua reação comentou: “Fiquei sem palavras. Era Michael Jackson!”.

A atriz e o médico se conheceram em 2005 num clube em Las Vegas. Quatro anos depois, 2009, ela teve um filho com Murray. Depois do nascimento do bebê, ela ainda foi até a mansão “duas ou três vezes” para levar a criança. Segundo ela, Michael era “interessado” em seu filho e marcava visitas para poder vê-lo.

Alvarez admitiu também ter recebido algumas caixas de correspondência em seu apartamento, no qual dividia com Murray, nos meses de abril, maio e junho, que continham frascos do analgésico propofol, remédio que causou overdose ao astro, levando-o a morte.

Uma das promotoras, Deborah Brazil, afirmou que o depoimento desta terça de Nicole não condiz com o anterior. No primeiro ela teria dito que Conrad Murray recebia um salário de 150 mil dólares por mês para cuidar de Michael, já neste ela afirmou que soube do valor apenas com divulgações da mídia.

Outra pessoa a depor foi a garçonete Sade Anding, amante de Murray. Era com ela que o médico conversava pelo celular quando Michael Jackson passou mal em 25 de junho de 2009, data de sua morte. “Ele (Murray) não respondia. Só ouvia um barulho e alguém tossindo”, comentou. Fragmento este que leva a deduzir que o celular ainda estava em ligação quando o médico tentava socorrer o músico.

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Michelle Bella, que conheceu Murray em Las Vegas e conversou com ele nove dias antes da morte do artista, e Stacey Ruggles, empregada do médico em seu consultório, também deram seu depoimento.

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