Jorge Fossati: a arma do Al Sadd no Mundial de Clubes do Japão

Para um clube do Catar, conquistar a Liga dos Campeões da Ásia é algo histórico, uma vez que o país não tem tradição no…

Fossati celebra o título de campeão asiático. (Foto/Divulgação)

Para um clube do Catar, conquistar a Liga dos Campeões da Ásia é algo histórico, uma vez que o país não tem tradição no futebol. Além disso, é a chance de ver uma equipe do Catar na disputa da Copa do Mundo de Clubes da Fifa, torneio que contará com equipes do quilate de Barcelona e Santos.

O segredo do Al Sadd para conquistar o título asiático e se garantir no Mundial de clubes é a experiência de seu treinador: o uruguaio Jorge Fossati.

Acostumado a desenvolver trabalhos vencedores por onde passou, Fossati carrega em seu currículo recente o título da Copa Sul-Americana com a LDU (Equador), em 2009, e a participação na campanha vitoriosa à frente do Internacional de Porto Alegre, quando classificou a equipe colorada à semifinal da Libertadores de 2010, mas foi demitido do clube antes das finais.

Agora, Fossati terá a chance de disputar o Mundial com o Al Sadd, clube que já havia comandado em 2007. Animado com a possibilidade de superar os desafios durante a Copa do Mundo, o treinador uruguaio aposta na experiência de seus jogadores. “É gente que já disputou eliminatórias ou até Copa do Mundo. Isso, num torneio como este, faz toda a diferença. Eles são a base da equipe”, afirmou Fossati em entrevista exclusiva ao site da Fifa.

O Al Sadd estreia no Mundial contra o Espérance Sportive de Tunis, da Tunísia, campeão africano, no dia 11 de dezembro. Caso supere o primeiro adversário, o time do Catar terá pela frente ninguém menos do que o Barcelona. “Para mim, sinceramente, o sorteio nos colocou no caminho mais difícil: primeiro o Espérance e, caso avancemos, nada menos do que o Barcelona. Mas, com exceção do Barcelona, diante de qualquer outra equipe temos um percentual de chances de vencer. Pode ser maior ou menor, mas ele sempre existe. Foi assim ao longo de toda a Liga dos Campeões. A cada fase, diziam que não tínhamos chance, até superarmos a final contra o Jeonbuk Hyundai Motors, fora de casa, sob pressão, nos pênaltis”, finalizou o esperançoso treinador uruguaio.

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