Inflação do aluguel aumenta em abril

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que é conhecido como a inflação do aluguel, porque é usado para alinhar a maioria dos…

Aluguel ficou mais caro (Foto: Divulgação)

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que é conhecido como a inflação do aluguel, porque é usado para alinhar a maioria dos contratos do segmento, registrou aumento de 0,85% em abril, depois de ter chegado a atingir alta de 0,43% no mês anterior. Em 12 meses, o índice sobe 3,65% e, no ano, 1,47%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que trata-se da inflação no atacado, usado para o cálculo do IGP-M, sofreu variação ainda maior, 0,97%, depois de ter subido 0,42% em março desse ano. O índice relativo aos bens finais saltou de 0,28% para 0,78%, em abril e o índice relativo ao grupo de bens intermediários passou de 0,62% para 1,13%.

O IPA, que também é utilizado para calcular o IGP-M, mas possui um peso menor que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,55% em abril, diante de alta de 0,48%, em março. As maiores variações que contribuíram para o resultado partiram dos preços de despesas diversas (de 0,07% para 2,29%).

 

O valor de alguns serviços estão mais caros (Foto: Divulgação)

Leia também: Inflação reduz 0,21% em março, segundo IBGE

O mesmo comportamento pode ser observado no grupo de gastos com a saúde e cuidados pessoais (de 0,54% para 0,86%), alimentação (de 0,45% para 0,50%), vestuário (de 0,27% para 1,03%), transportes (de 0,22% para 0,31%) e comunicação (de -0,26% para 0,06%). Caminhando na direção oposta dos números que aumentaram estão as taxas de habitação (de 0,99% para 0,52%) e educação, leitura e recreação (0,27% para 0,26%).

Nesta sexta-feira (27), também foi divulgado o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). O indicador demonstrou aumento 0,83% em abril, acima do resultado de março, de 0,37%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços atingiu variação de 0,58%, depois de ter aumentado em 0,42%. O índice que representa o custo da mão de obra cresceu 1,08%, em abril, contra alta mais moderada, de 0,32%.

Top