Greve dos Bancários 2014

A greve dos bancários 2014 começou nesse dia 30 de setembro  e deve seguir por tempo indeterminado, de acordo com as informações fornecidas pela…

A greve dos bancários 2014 começou nesse dia 30 de setembro  e deve seguir por tempo indeterminado, de acordo com as informações fornecidas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Os sindicatos dos bancários de todos os estados confirmaram a adesão dessa greve, que atinge inclusive o Distrito Federal.

Greve dos Bancários 2014 (Foto: Divulgação)

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Greve dos Bancários 2014

Os bancários entraram em greve por causa do reajuste salarial. Os trabalhadores pediram reajuste salarial de 12,5%, além de piso salarial de R$ 2.979,25, PLR de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247 e 14º salário. A categoria que regulamente a classe também pede aumento nos valores de benefícios como vale refeição, gratificação de caixa, auxílio creche, entre outros.

Melhorias nas condições de trabalho

Os bancários pedem primordialmente o aumento do salário, mas eles querem também melhores condições de trabalho com o fim de metas consideradas abusivas, combate ao assédio moral que acontece muito nesse ambiente, igualdade de oportunidades de crescimento, entre outras demandas.

Greve dos bancários não tem prazo para acabar (Foto: Divulgação)

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No sábado (27 de setembro), o Comando Nacional dos Bancários declarou o indicativo de greve mesmo depois de uma nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). As instituições financeiras aumentaram o reajuste de 7% oferecido para 7,35% para os salários, enquanto o aumento no piso da categoria foi de 7,5% para 8%. Porém, os novos índices acabaram sendo considerados insuficientes pelos bancários em reunião que aconteceu em São Paulo.

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No ano passado, os trabalhadores do setor acabaram promovendo uma greve de 23 dias, que foi finalizada depois que os bancos ofertaram um reajuste de 8%, com ganho real de 1,82%. Como a greve demorou para terminar a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pediu um acordo para o término da paralisação, com medo das perdas de até 30% nas comercializações do varejo do começo de outubro.

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