Grande parte dos sites de compra coletiva estão inativos

Cerca de 800 sites de compra coletiva, o que corresponde a metade dos existentes, estão inativos, ou seja, há dias não divulga ofertas ou…

Por Redacao em 22/12/2011

Cerca de 800 sites de compra coletiva, o que corresponde a metade dos existentes, estão inativos, ou seja, há dias não divulga ofertas ou está fora do ar. É o que indica um levantamento realizado pela parceria entre o agrupador de ofertas SaveMe e a consultoria e-bit. Outro fator levantado pela pesquisa apontou que os oito maiores portais do Brasil concentram 85% do faturamento no setor.

“A barreira de entrada para os negócios on-line é muito pequena e, para os sites de compras coletivas, menor ainda. Eles nem precisam de estoque para vender na internet”, explica Guilherme Wroclawski, sócio-fundador do SaveMe, mostrando que esse tipo de negócio veio para ficar no mercado nacional. “Muitos empreendedores lançaram um domínio, mas viram que o negócio não é fácil e não tiveram fôlego para permanecer. A tendência é de consolidação”, diz Wroclawski, indicando que apesar de parecer um empreendimento mais “simples”, não são todos que são capazes de se concretizar.

Os sites pequenos são os que dominam o cenário atualmente. Entretanto, aos poucos, os grandes estão conquistando espaço e ofertando suas ofertas a nível nacional. “Os sites grandes estão crescendo mais e se distanciando dos menores. O negócio de compras coletivas parece simples, mas requer uma execução complexa”, afirma Leticia Leite, diretora de comunicação do Peixe Urbano.

Os maiores e mais conhecidos são o Peixe Urbano, o Groupon e Clickon. O Peixe Urbano, por exemplo, começou com um grupo de 5 pessoas e hoje já conta 1.000 funcionários em 4 países diferentes. “Quando o site começou, a meta era fechar o ano de 2010 com 300.000 clientes cadastrados. Tivemos 5 milhões”, finaliza Leticia.

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