Governo Dilma é aprovado por brasileiros

Pesquisa indica que 71% dos eleitores fazem avaliação pessoal positiva de Dilma Roussef, enquanto seu governo é aprovado por 51%.

A presidente Dilma Roussef alcançou aprovação pessoal de 71% dos eleitores no mês de setembro. A informação divulgada sexta-feira (30) é resultado da pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O resultado apresentou crescimento de quatro pontos percentuais em relação aos dados colhidos em julho e divulgados em agosto, que indicavam 67%. Esta, porém não foi a sua melhor marca: no mês de março, sua avaliação positiva era de 73%.

Já os números de desaprovação tiveram baixa também de quatro pontos percentuais: em setembro foram 21% contra 25% em julho.

Aprovação do governo Dilma Roussef

Quanto a aprovação de seu governo, os números também apresentaram alta: 51% dos entrevistados consideraram o governo ótimo ou bom. Aumento de três pontos com relação ao divulgado em agosto, quando 48% responderam de forma positiva.

Já a reprovação apresentou uma queda de um ponto: 11% dos ouvidos neste último levantamento consideraram o governo Dilma ruim ou péssimo contra 12% dos pesquisados no estudo anterior.

Números mais detalhados mostram que a região sul liderou quanto ao percentual de aprovação com 57% avaliando o governo como ótimo ou bom. O crescimento também foi acompanhado no sudeste. Já as quedas na avaliação positiva da presidente ocorreram no Norte, Centro-Oeste e Nordeste.

Quanto ao perfil dos eleitores que aprovam o governo atual, a melhor avaliação foi feita por eleitores mais velhos, com 50 anos ou mais, em um percentual de 55%. Também está em alta em pequenas cidades e interior dos estados e apresenta um vínculo estreito com a situação financeira: quanto menor a renda do entrevistado, melhor a avaliação.

No que diz respeito a referências e assuntos mais lembrados pelos eleitores, o tema “corrupção” foi o mais comentado, com 19%, enquanto o termo “faxina contra a corrupção” foi citado por 13%. O período entre os dois últimos estudos moveu a lembrança dos entrevistados com a saída de dois ministros por envolvimento em denúncias de corrupção, como foi o caso de Wagner Rossi (agricultura) e Pedro Novaes (turismo). Em terceiro, ficaram os investimentos para as obras da Copa do Mundo de 2014, citados por 10%.

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De acordo com informações do portal G1, estes dados foram colhidos entre 16 e 20 de setembro entre 2.002 eleitores de 16 anos ou mais em 141 municípios de todas as regiões do Brasil.

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