Gatos idosos: cuidados, como alimentar

Os animais, tal como os humanos, necessitam de cuidados com a saúde, desde cedo. É com uma alimentação saudável e vida ativa que eles…

Os animais, tal como os humanos, necessitam de cuidados com a saúde, desde cedo. É com uma alimentação saudável e vida ativa que eles terão diminuídas as chances de adquirirem doenças graves, na velhice. Contudo, quando os bichanos ficam velhinhos, mesmo tendo levado uma vida saudável, são inevitavelmente acometidos por problemas comuns à idade avançada. Nesta fase, os cuidados aumentam e alguns detalhes, como a alimentação, devem ser observados com maior atenção. Os gatos idosos, assim como outros animais, ficam frágeis e muito dependentes de seu dono. A atitude de promover uma melhora de suas vidas é responsabilidade de quem os criou.

Os gatos idosos necessitam de cuidados maiores, tal como os humanos (Foto: Divulgação)

É importante levar em consideração que, para um gato, um ano equivale a 7, em média. Ou seja, se seu felino está com 7 anos, significa que, na realidade, o organismo dele tem 49 ou 50 anos de idade. Então, quando ele estiver com 8 anos, é bom começar a ter mais atenção. Os cuidados com os gatos idosos não são complicados. Os gastos serão um pouquinho mais altos, mas não absurdos, ao ponto de os donos não conseguirem mantê-los. Muitos detalhes, praticamente, continuam os mesmos (como a vacinação, por exemplo). Veja, a seguir, alguns cuidados com gatos velhos.

Vacinação, remédios e higiene para gatos idosos

Os cuidados com vacinação continuam (Foto: Divulgação)

A vacinação dos gatos deve continuar sendo feita, anualmente. Com a velhice, os riscos para o gatinho aumentam e eles podem contrair doenças, mais facilmente. Da mesma forma, o ataque de parasitas continua sendo possível e mais propenso. Os remédios contra vermes devem ser tomados, a cada quatro meses. Já os medicamentos contra pulgas a carrapatos devem ser injetados, a cada seis meses.

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A higiene oral do gato idoso é muito importante. Quando chegam a esta idade, os gatos passam a sofrer, com o aparecimento de tártaro e placa bacteriana. Isso, se não for cuidado, causa mau hálito e pode evoluir para uma doença periodontal. Os sintomas são dentes amarelados, gengivas inflamadas e cheiro desagradável. É imprescindível que se façam limpezas regulares, com o uso de pastas dentais para gatos e, também rações especiais.

Além destes cuidados, é importante levar o bichano ao veterinário, regularmente. Os exames de sangue e fezes devem ser anuais. Desta forma, qualquer alteração que indique o início de uma doença permitirá que os donos façam tratamentos adequados.

Alimentação de gatos idosos

A ração do gato idoso deve ser especial (Foto: Divulgação)

Os gatos velhos devem ser alimentados com rações especiais. Deve-se, também, levar em consideração que a mastigação já não pode contar com dentes fortes e saudáveis. Ao consultar o veterinário, este irá indicar quais tipos de ração são as melhores, para o gatinho idoso.

A ração para gato idoso deve conter alta concentração de substâncias energéticas e deve ser de digestão mais fácil. Algumas substâncias, como as vitaminas C e E ajudam a combater os radicais livres e aumentar a imunidade do bichano. Já os ômegas 3 e 6 ajudam a manter a pelagem bonita e flexível. Também é importante observar a acidez da ração para gatos idosos. O Ph de seu alimento deve ser neutro, a fim de evitar cálculos e outras doenças renais.

Quanto ao funcionamento dos intestinos do gatinho, a ração deve conter um alto teor de fibras, facilitando a evacuação, pois o gato idoso não se exercita, como antes – o que favorece a diminuição do trânsito intestinal.

As idas ao veterinário devem ser frequentes (Foto: Divulgação)

Com estas observações, os gatinhos idosos terão uma vida mais tranquila e saudável, durante seus anos finais. Para maiores cuidados, é necessário consultar um veterinário. Ele irá orientar os donos, quanto à rotina que deverão adotar. Porém, é importante lembrar que, em qualquer idade, os gatos e outros animais devem ser examinados, periodicamente. Isso previne doenças e permite um tratamento adequado e precoce, caso o animal esteja apresentando os primeiros sintomas de algum mal.

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