Estudo explica porque dinheiro não trás felicidade

Estudo explica porque dinheiro não trás felicidade você já deve ter escutado a famosa frase: dinheiro não trás felicidade. Claro que para uma pessoa que precisa de dinheiro para colocar uma comida na mesa para os filhos e não tem essa frase é a maior furada de todas. Mas, o sentido desse ditado popular vai mais além do que a relação da sociedade com o dinheiro.

Estudo explica porque dinheiro não trás felicidade (Foto: Divulgação)

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Estudo explica porque dinheiro não trás felicidade

Estudo explica porque dinheiro não trás felicidade e podem determinar na relação da pessoa com o que tem de bens materiais. Estudos já apontaram que as pessoas mais endinheiradas tendem a arrumar outros problemas na vida, que vão além de comprar algo ou não. Nesse caso, muitos tem problemas emocionais e com a relação com as pessoas a sua volta. E acabam chegando a conclusão de que o dinheiro não trás mesmo felicidade nesse sentido.

Dinheiro e felicidade tem relação (Foto: Divulgação)

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Dinheiro e a relação com a saúde

Outro ponto que podemos observar nessa relação da frase “dinheiro não trás felicidade” é quando uma pessoa com muitos bens materiais perde a saúde e tem um mal grave. Muitos apontam esse ditado como sendo algo mais relacionado a essa situação, onde a pessoa não poderá comprar a saúde de volta.

Dinheiro pode não trazer felicidade (Foto: Divulgação)

Estudo que contraria a frase “dinheiro não trás felicidade”

Assim como tem estudos que falam isso, tem tantos outros que apostam que dinheiro deixa sim as pessoas mais felizes. Segundo o estudo divulgado pelos economistas Betsey Stevenson e Justin Wolfers, da Universidade de Michigan, ao relacionar renda e felicidade, as pessoas mais ricas são as mais felizes.

Estudo relaciona felicidade e dinheiro (Foto: Divulgação)

Dinheiro e felicidade

Segundo os economistas que encabeçou a pesquisa, não existe evidências de que haja um “ponto de satisfação”, um nível teórico de contentamento em que ter mais dinheiro não se converte em mais felicidade. “Não há evidência alguma de que os níveis se estabilizam a partir de algum ponto de satisfação em qualquer nação”, explicam  os autores, segundo a revista “The Week”.

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