Estudar música na infância pode melhorar a inteligência

Um estudo internacional mostra que crianças entre 4 e 6 anos que foram submetidas à lições de música desenvolveram a inteligiência. […]

Por Redacao em 03/11/2011

Quem é que não deseja que o filho seja inteligente, com  conhecimento sobre diversos assuntos e  um profissional de sucesso? Chegar a esse objetivo ficou  mais fácil. Uma pesquisa feita pela York University e pelo Royal Conservatory of Music de Toronto revelou que 90% das crianças que tiveram bastante contato com a música melhoraram na inteligência, tendo melhor conhecimento de vocabulário, tempo de reagir e de dar respostas precisas.

Os estudos foram feitos com um grupo de 49 crianças escolarizadas, com idades entre 4 e 6 anos,  distribuídas por dois grupos. Um grupo recebeu aulas de música, duas vezes ao dia, com uma hora de duração cada e outro não, durante 20 dias.

As modificações na inteligência verbal, ocorreu no grupo submetido aos ensinamentos musicais, com resultado significativo, o que não ocorreu com o que não teve as aulas, não havendo modificações. Esse resultado enfatiza aquilo que pedagogos, professores e psicólogos, há muito defendem,  de que a música ajuda e muito no desenvolvimento infantil.

Por apresentar tantos benefícios para os pequenos, as aulas de música estão presentes nas escolas de educação infantil. É através das canções que os pequenos se integram, aprender a memorizar mais rápido, a fazer gestos, entre outros. Agora com esse estudo, existe a expectativa da música ser  difundida nas instituições de ensino.

Os benefícios da música não se limitam somente ao aumento da inteligência e aos desenvolvimentos motores e psíquicos, mas também,  são importantíssimos para a reabilitação de pessoas que sofreram acidentes, que têm dificuldades de aprendizagem ou que viveram momentos que abalaram o lado psicológico.

Os profissionais que usam a música como terapia são  conhecidos como musicoterapeutas e  se formam em cursos de graduação, com  duração média de quatro anos. A inclusão desses profissionais na rede pública de saúde, ainda é uma luta da classe, mas, eles existem como temporários e seus serviços já podem ser usufruídos pelos usuários do serviço público.

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