Economia avança menos do que pode, segundo estudo do Serasa Experian

Acredita-se que durante o ano de 2012 a economia brasileira fique mais dinâmica e ganhe movimentações significativas, principalmente durante o segundo semestre. De acordo…

A economia deve crescer mais no segundo semestre (Foto: Divulgação)

Acredita-se que durante o ano de 2012 a economia brasileira fique mais dinâmica e ganhe movimentações significativas, principalmente durante o segundo semestre. De acordo com um estudo divulgado nessa quinta-feira, 26 de abril, pelo Serasa Experian essa segunda parte de 2012 será importante para economia nacional ficar movimentada. O levantamento também mostra que os avanços alcançados até agora estão a quem do potencial nacional, pelo menos pelos próximos seis meses.

Segundo o indicador de perspectiva econômica, que tem como objetivo principal tentar prever movimentos cíclicos na economia com seis meses de antecedência, o mês de fevereiro obteve a sétima alta consecutiva nas analises mensais, mas o índice ainda está em 99 pontos, o que indica crescimento abaixo do potencial da economia do país.

A inadimplência contribui para a falta de crescimento da economia (Foto: Divulgação)

“A continuidade de redução das taxas de juros – agora não apenas da taxa Selic mas também a dos empréstimos bancários -, a desaceleração da inflação, as medidas de incentivos fiscais ao setor produtivo e a redução dos níveis de inadimplência do consumidor são fatores que irão proporcionar impulso gradativo à atividade econômica”, explicou a Serasa Experian em nota.

O Governo Federal está tentando mudar esse cenário com o incentivo bancário para a quitação e renegociação de financiamentos e débitos em linhas de crédito com juros menores. A manobra teve o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal como auxiliares. As duas instituições passaram a ofertar serviços com juros menores, o que “forçou”, de certa forma, os outros bancos a baratearem o custo de alguns serviços.

Especialistas acreditam que essa redução dos juros pode ajudar as pessoas a quitarem as suas dívidas, mas também serve de incentivo para que a população use mais as linhas de créditos, gerando assim um aumento na propensão do indevidamente. A medida do governo é arriscada, mas pode dar certo e impulsionar a economia novamente.

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