Doenças com Predisposição Genética

Muito tem se falado a respeito de doenças com predisposição genética nos últimos tempos. Com a fama do Google de encontrar praticamente tudo que…

Por Redacao em 30/06/2011

Muito tem se falado a respeito de doenças com predisposição genética nos últimos tempos. Com a fama do Google de encontrar praticamente tudo que existe, muitos usuários, de diversas a idades, utilizam o site não somente como busca para informações, mas como um “guru” de respostas para problemas e questões, o que gerou, até, uma frase muito conhecida na internet “Se o Google não encontra, então não existe”. As condições para esta “idolatria” ainda aumenta cada vez mais, pois, a cada dia, novas tecnologias surgem, aliadas às pesquisas e trabalhos de profissionais da língua e da linguagem, e, novamente, cada vez mais, a internet, ou o Google, passa a compreender o que o usuário procura e, obviamente, oferece algo mais próximo à solução que ele deseja.

Neste ínterim, um pouco de informação acerca de doenças, pode abrir precedentes para atos inconsequentes como a automedicação, responsável por muitas infecções e até mortes. Obviamente, é uma questão de bom senso e orientação. Considerando que a automedicação seja algo comum no Brasil, quando esta prática é somada a qualquer conhecimento prévio sobre motivos de doenças, os resultados podem ser desastrosos. Mas, “informação” é sempre útil e, como dizem, saber, nunca é demais. Sendo assim, a primeira coisa a se saber sobre doenças com predisposição genética é ter um definição do que isso significa.

Predisposição genética é uma tendência que determinadas pessoas possuem com relação à aquisição de uma enfermidade. Em linhas gerais, a pessoa com predisposição genética possui um risco maior de obter ou desenvolver uma doença, quando comparado a outras pessoas. Isso, no entanto, não pode ser levado em consideração em todos os casos, pois depende muito do tipo da doença em questão. Em casos diversos, há de o enfermo possuir um filho que não carregue ou desenvolva sua enfermidade, no entanto, é possível que o neto desta pessoa doente possa despertar qualquer sinal de que a mesma doença o afete. Ao mesmo tempo, é possível, também, que o problema venha se manifestar somente com a idade adulta, ou sob situações específicas. Estas condições fazem com que a predisposição genética para diferentes tipos de doenças sejam estudadas cada vez mais ao longo dos anos, sem haver ainda uma resposta claro de como isso ocorre ou pode vir a ocorrer.

Sendo assim, as primeiras ações que uma pessoa pode fazer com reação ás dúvidas sobre uma possível predisposição genética a qualquer doença é procurar orientações de um médico profissional. Seja a suspeita da doença de origem cardiovascular, celíaca, ou qualquer outra, nada substitui a orientação profissional de um médico qualificado para oferecer informações mais seguras.

Além das doenças, muitas pessoas são preocupadas em obter informações acerca de predisposição genética para outras questões como obesidade, vícios, depressão, entre outros. E, novamente, ainda que a internet esteja com muitas informações, receitas milagrosas, dicas e simpáticas, a orientação é a mesma, procure esclarecer suas dúvidas com um médico e não recorra a qualquer automedicação.

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