Descobertas sobre o autismo

Os cientistas de 12 países identificaram as variações genéticas mais comuns em crianças que sofrem de autismo. Uma das principais descobertas é que algumas…

Os cientistas de 12 países identificaram as variações genéticas mais comuns em crianças que sofrem de autismo. Uma das principais descobertas é que algumas das alterações são hereditárias. Saiba mais sobre as descobertas sobre o autismo.

O autismo é um problema que se manifesta na infância. (Foto: divulgação)

Autismo

O autismo é um transtorno de desenvolvimento que surge nos primeiros anos de vida e afeta o desenvolvimento do cérebro ligado às habilidades sociais e de comunicação. Ele está relacionado às doenças físicas vinculadas à biologia e químicas anormais do cérebro.

As causas desse problema são desconhecidas, mas é uma área que vem sendo muito pesquisada. Provavelmente, existe uma combinação de fatores que levam ao autismo. Os fatores genéticos são importantes. Por exemplo, é mais comum que dois gêmeos idênticos tenham autismo do que gêmeos fraternos ou irmãos.

Da mesma maneira, as anomalias são mais comuns em parentes de portadores de autismo. As anormalidades cromossômicas e outros problemas do sistema nervoso também são muito comuns em famílias com autismo. Muitos mitos e verdades sobre o autismo são criados ao redor dessa doença.

O autismo pode ser de causa genética. (Foto: divulgação)

Descobertas sobre Autismo

Em um estudo feito com 996 crianças de países como França, Itália, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Suécia e Portugal, os cientistas descobriram raras duplicações e desaparecimentos no genoma de crianças que sofrem autismoOutra grande descoberta identificada pelos cientistas destacou que algumas perturbações eram novas. A criança autista é a primeira da família a sofrer a variação genética, pois os pais não apresentam o problema.

Os investigadores acham que as alterações surgem em consequência de pequenos erros genéticos na formação do óvulo e do esperma dos pais. As variações são copiadas na formação do DNA do bebê. As crianças autistas possuem um número de alterações maiores do que as presentes nas crianças que não sofrem dessa síndrome.

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Esse estudo em grande escala confirmou as suspeitas anteriores, de que alguns autistas sofrem mutações genéticas únicas, mas só agora foi possível comprovar essa tese, já que as investigações anteriores foram feitas com um menor número de pessoas.

O autismo deve ser tratado. (Foto: divulgação)

O autismo é uma doença ligada a comunicação e interação social. Muito tem se falado sobre as novas descobertas sobre o autismo ligadas aos fatores genéticos. O que pode ser um marco para o tratamento da doença. É necessário ter cuidados com a criança com autismo  para tratar o problema.

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