De Olho nas Tesouras

Quando vamos ao cabelereiro e se não conhecemos muito da técnica de cortar cabelos  podemos ficar cismados com a quantidade de acessórios que eles…

Quando vamos ao cabelereiro e se não conhecemos muito da técnica de cortar cabelos  podemos ficar cismados com a quantidade de acessórios que eles usam, para uma simples franja! Por que será que existem tantas tesouras diferentes e quais são os efeitos que cada uma delas têm, no nosso cabelo? Para você ficar esperto na hora do corte, vamos explicar tudo sobre esse acessório, indispensável em qualquer salão.

Qualidade

Bem, para começar, é preciso que se use uma tesoura de qualidade. Isso não tem relação com o cliente, mas sim, com o profissional que a segura. É o aço usado em sua confecção que assegura a durabilidade. Quanto melhor ele for, mais tempo o cabelereiro irá usá-la e isso significa para nós, que estamos sentados na cadeira, segurança, porque ele conhece seu equipamento de longa data e sabe prefeitamente como “irá se comportar”.

Depois disso, deve-se garantir perfeita afiação e lubrificação. Tesouras que “mastigam”ou estão sem corte, causam uma desgraça, mesmo nas mãos dos mais treinados. Muitos hairstylists procuram tesouras de titânio porque são leves e facilitam o movimento.

Tipo

Cada técnica demanda uma tesoura específica e quanto mais expert é o profissional, melhor ele utilizará as ferramentas de trabalho e isso sim, vale para o nosso cabelereiro. O tipo de tesoura está relacionado ao efeito na cabelo que se pretende dar. Por exemplo: para uma lateral cortada em dégradé, a tesoura “escorrega” pelos fios, que estão superesticados. Então, além de muito afiada, ela não pode ser serrilhada.

Tesouras dentadas: indicadas para desbastar os fios, retirando excesso e volume, sem mexer no comprimento. Por possuírem dentes em ambos os lados, fazem o corte mas não deixam marcas;

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Corte laser: realizam o efeito desfiado, porque deslizam pelo fio;

Corte navalha: para os clientes que têm muito cabelo;

Fio reto: são as mais comuns porque se adaptam quase que a todos os cortes. O uso em situações diferentes, dependerá da habilidade do profissional.

Tamanho

O último aspecto físico que caracteriza uma tesoura, além do material e do tipo, é o tamanho. Os tamanhos mais comuns, são usados em diferentes situações:

6”: é uma tesora longa, utilizada normalmente em clientes que têm muita quantidade e volume de cabelo;

4,5”: é usada em qualquer tipo de fio e tem a função de esculpir e dar volume às mechas;

3,5”: com um comprimento menor, é adequada para dar acabamento, pricipalmente em cortes masculinos e áreas específicas, como nuca e costeleta.

Navalhas sempre na moda

Tesoura não é sinônimo de modernidade! Dependendo da técnica, e mais uma vez, da habilidade do profissional, o uso de navalhas pode ser a melhor alternativa. Segundo o cabelereiro Fabio Nogueira, recrutado para falar do assunto na Revista Capricho, o uso da navalha deve observar alguns critérios:

  • Corta fios em camada;
  • Tira o volume;
  • Engrossa as pontas
  • Indicada para cabelos grossos, como o das orientais;
  • Deve ser usada com cabelo seco para que o resultado seja visto na hora;

Indispensável no corte de cabelos cacheados

Vamos supor que você nunca tenha ido naquele salão, não conheça o cabeleireiro e muito menos, técnicas de corte. Depois de ler esse artigo, pode pelo menos, prestar atenção na tesoura que o profissional pega, depois de você dizer como espera que fique seu corte!

Vamos lá:

Desfiado: Tesouras com fio de navalha, sem dentes;

Corte reto: Tesoura ou navalha e finalização com tesoura serrilhada;

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Repicado: Qualquer tesoura, mas com a posição levantada, usando só a ponta do acessório;

Desconectados: Como as mechas ficarão em diferentes comprimentos, o corte pode ser feito com navalha ou desbastadeira;

Bom corte!

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