Criança na piscina: cuidados essenciais

Com a chegada do verão, as crianças não perdem uma oportunidade de se refrescar na piscina. Seja no clube, em casa ou no condomínio,…

Por Isabella Moretti em 07/01/2013

Com a chegada do verão, as crianças não perdem uma oportunidade de se refrescar na piscina. Seja no clube, em casa ou no condomínio, elas gostam de brincar na água, mergulhar e nadar. No entanto, todo cuidado é pouco para que os pequenos não se tornem vítimas de acidentes.

É necessário tomar conta das crianças enquanto elas se divertem na água. (Foto:Divulgação)

Crianças e afogamentos

Aprender a nadar é algo produtivo para a vida da criança e contribui com o seu desenvolvimento, tanto físico como intelectual. Porém, um adulto precisa estar sempre por perto para orientar e vigiar, já que existem chances de afogamento.

De acordo com pesquisas recentes realizadas no Brasil, o afogamento é a segunda maior causa de mortes entre crianças de 1 a 14 anos de idade, ficando atrás apenas dos acidentes de trânsito. No ano de 2010, o Ministério da Saúde constatou que 1184 crianças de até 14 anos morreram em virtude de afogamento.

Basta a criança ficar cinco minutos sem respirar durante o acidente com água para que ela corra o risco de sofrer danos permanentes no cérebro. Muitos afogamentos envolvendo crianças em piscinas são fatais, pois tudo acontece de forma silenciosa e rápida.

Saiba mais: Dicas de segurança para crianças em praias

Cuidados essenciais com crianças na piscina

O uso de boias aumenta a segurança na água. (Foto:Divulgação)

Para que a criança tenha um verão divertido e seguro na piscina, confira a seguir alguns cuidados básicos para evitar afogamentos:

Piscinas profundas devem ser evitadas
O risco de afogamento é maior quando a criança está em uma piscina muito profunda, na qual os seus pés não conseguem tocar o fundo. Mesmo se já existir uma familiarização da parte da criança com o ambiente aquático, os pais devem vigiar o tempo todo e até entrar na piscina junto.

É necessário usar boias
Se a criança não sabe nadar, ela vai precisar de boias, mesmo se a piscina for rasa. Este equipamento aumenta a segurança no ambiente aquático, mas não substitui a supervisão de um adulto.

Algum adulto deve estar por perto
O pai, a mãe ou algum responsável deve supervisionar a criança enquanto ela estiver na piscina para evitar acidentes. A companhia de um adulto é essencial principalmente quando se trata de um bebê com até dois anos de idade, pois ele pode se afogar até mesmo em uma piscina com dez centímetros de altura.

As crianças mais velhas também devem ser supervisionadas, mas o adulto não precisa estar necessariamente dentro da água, ou seja, pode observar de fora. Um acidente pode acontecer em questão de instantes, por isso é importante não se distrair.

A supervisão de um adulto previne acidentes na piscina. (Foto:Divulgação)

Cuidado com o cloro da água
O cloro irrita a pele e a mucosa do nariz, por isso ele pode desencadear crises de asma, rinite alérgica e dermatite. Para evitar estes problemas, é necessário levar o filho a uma piscina que tenha um tratamento menos agressivo.

Proteção do sol
A criança tem a pele sensível, por isso não pode ficar tão expostas aos raios solares. Ela deve brincar na piscina nos horários em que o sol está mais fraco, ou seja, antes das 10h e após as 16h. Também é recomendado usar sempre protetor solar.

Veja também: Crianças em parques: cuidados

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