Como montar um plano alimentar

Nos dias atuais, com essa onda de alimentação saudável e de corpo perfeito, é bastante comum ver revistas e livros falando sobre dietas e…

Por Editorial MDT em 18/05/2011

Nos dias atuais, com essa onda de alimentação saudável e de corpo perfeito, é bastante comum ver revistas e livros falando sobre dietas e disponibilizando planos alimentares. Mais comum ainda é ver quem siga tais planos julgando que o resultado obtido será o mesmo que a estrela de cinema ou o que a celebridade capa de revista conseguiu para si.

O problema é que não necessariamente aquele plano alimentar pode ser o mais indicado para você. A verdade é que nem todo mundo consegue perder peso usando os mesmos métodos, assim como nem todos tem as mesmas necessidades alimentares ou os mesmos objetivos. Há uma série de fatores que pode influenciar naquilo que deve ser a alimentação mais adequada,e todos eles dependem de suas características e de sua vivência. Confira alguns deles, de acordo com o blog A Nutricionista:

– Objetivo: Há pessoas que querem emagrecer, outras que desejam ganhar peso ou massa muscular. Há quem precise de uma alimentação para contornar problemas de saúde como diabetes ou hipertensão. Portanto os alimentos podem mudar de acordo com o intuito do plano alimentar desejado.

– Sexo: As necessidades e o metabolismo de homens e mulheres agem de forma diferente, portanto isso deve ser compreendido no momento da elaboração de um cardápio.

– Idade: Dependendo da idade, a facilidade em perder peso ou a existência de fatores como a menopausa podem requer alimentos mais específicos.

– Estilo de vida: Há diferenças entre pessoas sedentárias e aquelas que praticam exercícios físicos regularmente ou de forma moderada. O gasto energético do interessado é algo que deve ser levado em consideração.

– Atividade física: Dependendo da atividade física praticada, do tempo de duração e da intensidade do exercício, com certeza as necessidades energéticas serão diferenciadas. As necessidades de quem pratica caminhada moderada em relação a quem se exercita em corridas ou natação certamente são diferentes.

– Composição corporal: Através de exames, é possível detectar especificidades no paciente. Por exemplo: quanto mais músculos, maior será a necessidade de energia (metabolismo)

– Hábitos alimentares: Alguns hábitos, sejam eles por gosto ou por questões culturais podem ser levados em conta no momento da elaboração do cardápio, sendo incluídos de uma forma adequada, a julgar pelas necessidades e objetivos do plano alimentar.

São informações bem específicas, não é mesmo? Isso significa que o ideal é ter um plano individual, que sirva aos seus interesses. E esse plano também não deve ser formulado por qualquer um. O ideal é que ele seja elaborado por um nutricionista. Esse profissional certamente compreenderá suas necessidades e fará o melhor cardápio possível para ajudar a conquistar os seus objetivos.

Porém caso não possa contar com essa ajuda, você precisará ter cautela, especialmente se a sua ideia é emagrecer. Não dá pra ficar pensando em fazer qualquer plano alimentar das dietas da moda, portanto fique atento ao que lê e ao tipo de promessa que tal cardápio faz a quem se dispõe a segui-lo.

Fique atento ao que ele sugere consumir, especialmente se essa dieta parecer muito restritiva. Não vale a pena arriscar a própria saúde para perder peso e ainda por cima se arriscar ao efeito sanfona, bem comum após uma dieta louca. Bom mesmo é ter uma alimentação correta e equilibrada. Seguindo esse conselho, perder peso pode demorar mais, porém esses quilinhos não são recuperados tão facilmente. Vale a pena pensar na sua saúde.

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