Como Escolher um Bom Vinho – Dicas

O vinho é a bebida dos deuses, pois ele faz com que fiquemos com o corpo e com a mente leves e suaves. Além…

O vinho é a bebida dos deuses, pois ele faz com que fiquemos com o corpo e com a mente leves e suaves. Além do mais, o vinho é sinônimo de sofisticação, elegância e romantismo. Um encontro romântico acompanhado por um bom vinho torna-se sensual e solto porque o casal sente-se mais à vontade e deliciado, assim como um bom jantar entre amigos e familiares. Assim, a conversa flui com mais vivacidade e honestidade.

Para tanto, é preciso saber como escolher um bom vinho. Sendo assim, lançamos algumas dicas para que você não erre na hora de ir ao supermercado para comprar o vinho para o seu jantar romântico ou com os seus amigos e familiares. Nas prateleiras, encontramos vinhos de diversas procedências, de muitos tipos e sabores, então, não é fácil decidir-se por apenas um.

A primeira dica é saber qual será o prato servido para saber qual o melhor vinho para acompanhá-lo. Se for um peixe assado, a melhor opção é um vinho branco, que é mais suave. Porém, se for uma carne vermelha, o vinho tinto é o acompanhante ideal, pois ele é encorpado e forte. No caso de sobremesas, pode ser escolhido um vinho doce porque ele ameniza a doçura do doce servido e vice-versa.

Para a escolha do bom vinho, precisamos usar 4 dos nossos sentidos: a visão, o olfato, o paladar e o tato. Se os 4 trabalharem em conjunto, certamente o melhor vinho poderá ser escolhido para acompanhar os seus momentos de alegria. Entretanto, é preciso saber que, como uma roupa, cada pessoa tem um gosto específico para vinhos. Portanto, não existe o melhor vinho, que tenha sido escolhido unanimemente por todos os sommeliers do mundo. Tudo depende do seu paladar.

Porém, existem convenções que decidem como deve ser o bom vinho. Uma delas diz respeito à cor do vinho. Segundo ela, quanto mais suave é a cor do vinho tinto, mais envelhecido ele é e, portanto, melhor é a sua qualidade. Quando o vinho é jovem, ele apresenta a cor roxa avermelhada. Com o tempo, ele vai ficando mais claro, passando para o tom de cereja ou ameixa e, em seguida, para o rubi, granada e o tawny.

Por outro lado, temos os vinhos brancos que, quando jovens, têm a cor de limão, um verde discreto. Depois, eles passam à cor de ouro e, por fim, ao âmbar, quando alcançam o máximo de maturidade. Para analisar o vinho branco, deve-se tomar mais cuidado. Primeiro, incline a garrafa em 45º contra um fundo branco. O bom vinho apresenta bordas esverdeadas enquanto o que mostra bordas âmbares sofreu ação do oxigênio, sendo mais ácido.

Com o olfato, devemos sentir o cheiro intenso do vinho. Quanto mais intenso for o aroma, melhor a sua qualidade.

O álcool possui um gosto adocicado, mas a própria composição do vinho tem um pequeno toque de acidez e de amargor. Entretanto, nenhum sabor deve sobressair, pois o processo não deve ter sido adequado. O vinho que apresentar o melhor equilíbrio entre esses três sabores é o ideal. Vinhos muito doces podem ter tido açúcar acrescentado, o que não é uma boa qualidade.

Com o tato, podemos sentir a textura, o tanino e o corpo do vinho. Um bom vinho tem uma textura suave que tende à cremosa e o tanino, que é a sensação de secura que cobre os dentes, gengivas e bochechas, deve ficar moderado nessas regiões. Quanto ao corpo, devemos observar a sensação do peso agradável do álcool que fica sobre a língua ao provarmos a bebida.

Escolher um bom vinho não é tarefa fácil, pois há muitos fatores a serem observados. Entretanto, com o tempo e com a experiência, vai se tornando mais comum a escolha, principalmente com o conhecimento de várias marcas e tipos de vinhos. Por isso, comece já a degustação dos vinhos para saber quais se enquadram melhor ao seu gosto pessoal.

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