Como detectar um infarto

Tudo está bem. De repente uma dor no peito, como se algo estivesse preso, queimação e pontadas nos braços, na mandíbula ou no pescoço,…

Por Redacao em 17/04/2011

Tudo está bem. De repente uma dor no peito, como se algo estivesse preso, queimação e pontadas nos braços, na mandíbula ou no pescoço, que não vieram sozinhas e trouxeram náuseas, tontura, palpitação e ainda para ajudar uma falta de ar. Nossa! O que será isso? Pode ser um infarto, principalmente quando tudo isso continua acontecendo por mais de 10 ou 15 minutos.

Se as dores vierem junto com a atividade física ou se apareceram durante uma partida de futebol e insistem em não melhorar com repouso, cuidado! Existem grandes chances de estar no meio de um infarto!

A intensidade das dores varia de paciente para paciente e não precisa ser intensa. Normalmente ela irradia para o braço esquerdo, mas 15% dos doentes afirmam que sentem “correndo” para o lado direito.

Mas se tudo isso acontecer… é preciso acalmar a pessoa, que não pode ficar mais
nervosa do que está, e fazer um socorro rápido, pois quanto mais tempo se perde, mais músculos cardíacos morrem e as chances de se salvar a vida deste paciente começam a diminuir. Somente a avaliação médica é quem dirá realmente se é um infarto ou não já que dores de estomago também podem ser confundidas com esta moléstia.

A Sociedade Brasileira de Cardiologia revela que, por ano, mais de 300 mil pessoas morrem por causa de doenças do coração. Só nos Estados Unidos, cerca de 1 milhão e meio de pessoas sofrem um infarto por ano. Mas, dia a dia está aumentando o número de mulheres que infartam. Nelas, os sintomas mais freqüentes são o cansaço e a fadiga, acompanhados de nauses, dores no epigástrico, nas costas, pescoço ou queixo. Acima dos 70 anos a probabilidade de ter um ataque do coração sobe para quatro vezes mais do que em um adulto jovem.

Uma dieta com alimentos saudáveis aliada a atividade física e check-up anual contribuem para reduzir as chances de se ter este problema. Não há dúvidas que evitar os fatores de risco, reduzem a chance de se ter esta moléstia. Fumo, obesidade, diabetes, hipertensão, níveis altos de colesterol, estresse, vida sedentária ou histórico pessoal/ familiar de doenças cardíacas são alguns dos fatores que também contribuem para a doença.

Acredita-se que até 30% de novos ataques fatais ou de cirurgias cardíacas podem ser evitadas com a adoção de um estilo de vida saudável e adesão ao tratamento. Mas, sabe-se que 66% dos pacientes que já infartaram não mudam as suas atitudes e nem seguem as indicações e conselhos médicos para não se tornarem reincidentes.

Muitos doentes e até médicos ignoram os sintomas dos males coronários, já que alguns infartos são detectados apenas por eletrocardiograma ou outros exames de rotina. Exija que seu médico investigue a causa das dores e incômodos!

Conheça alguns Hospital do Coração, especializados, em doenças coronárias, espalhados pelo Brasil:

Balneário Camboriú/SC

http://hcorbc.com.br

Campinas/ SP

http://hospitaldocoracao.com

Campo Grande/ MS

www.hospitaldocoracaodems.com.br

Curitiba/ PR

www.hospitalcoracao.com.br

Londrina/ PR

www.hospcoracao.com.br

Natal/ RN

www.hospitaldocoracao.com.br

Rio de Janeiro/ RJ

www.samcordis.com.br

São Paulo/ SP

www.hcor.com.br

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