Como criar laços de amor com o bebê

Nem todas as mamães sentem que o vínculo afetivo com seu bebê surge imediatamente após o nascimento da criança. Às vezes é necessário aguardar…

Nem todas as mamães sentem que o vínculo afetivo com seu bebê surge imediatamente após o nascimento da criança. Às vezes é necessário aguardar um tempo para que os laços de amor com a criança surjam e se fortaleçam. Acreditava-se que era necessário que a mãe ficasse a maior parte de tempo com o bebê para que esse vínculo fosse reforçado, no entanto, hoje a opinião dominante é que esse sentimento de amor pode ser construído aos poucos. Isso foi provado nas situações de pais ou mães que necessitam se afastar da criança por alguma motivação forte ou no caso de filhos adotivos. Assim mesmo, é possível que a relação entre filhos e pais seja reforçada.

O vínculo de amor pode ser construído (Foto: divulgação)

As mães que não sentem imediatamente tanto amor pela criança não precisam se preocupar, pois mesmo com toda a delicadeza do bebê, a criança é outra pessoa e é preciso que a mãe se habitue. Esse período pode variar de mulher para mulher. O bebê não sofrerá com essa situação, pois ao mesmo tempo em que a mãe está construindo esse vínculo, ela irá cuidar com carinho da criança e passará o tempo junto a ela. Essa convivência irá fazer com que esses laços se formem.

Durante esse período, a mãe irá tomar conhecimento daquilo que agrada o bebê, o deixar tranquilo e feliz. Quando  o bebê começar a sorrir, a mãe perceberá quanto feliz está em poder estar com seu bebê e seu amor por ele irá aflorar.

Cuidado e carinho diários ajudam a criar os laços de amor (Foto: divulgação)

O distanciamento de afeto entre a mãe e o bebê somente deve  ser de preocupação, se depois de algumas semanas perceberem que não se sente mais ligada à criança. Se houver também sentimentos de ressentimento, ansiedade exagerada ou distanciamento pode ser um indício de depressão pós-parto.

Caso o distanciamento não se abrande é necessário procurar ajuda médica (Foto: divulgação)

Essa doença, que pode surgir em até seis meses depois do parto, tem sintomas iguais aos de uma depressão normal, a mãe sente uma grande tristeza, perde autoestima e motivação e em casos mais graves pode até levar ao suicídio, ou a um atentado contra a vida da criança. Os sintomas físicos que podem ser percebidos são problemas do sistema gastrointestinal, insônia e dor de cabeça. Para tratar esse problema é necessário buscar ajuda médica e psicológica.

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