Chefe de segurança depõe no terceiro dia de júri do caso Michael Jackson

O terceiro dia (29) do julgamento sobre a morte de Michael Jackson teve como foco o depoimento do ex-segurança particular do astro, Alberto Alvarez.…

O terceiro dia (29) do julgamento sobre a morte de Michael Jackson teve como foco o depoimento do ex-segurança particular do astro, Alberto Alvarez. O julgamento acontece desde terça-feira (27) na Corte de Los Angeles.

Alberto Alvarez era um dos principais na equipe de segurança de Michael e foi o responsável por ligar para emergência no dia da morte do músico, 25 de Junho de 2009. Segundo ele, o corpo do astro parecia estar morto antes mesmo da ambulância chegar. Alberto relatou ainda que médico Conrad Murray, acusado de homicídio culposo (sem intenção de matar), pediu para que ele retirasse do quarto alguns fracos de remédios antes que a ambulância chegasse, um dos remédios era o propofol.

O fato de guardar os medicamentos é considerado pela promotoria um ato com objetivo de esconder provas.

O segurança contou detalhadamente como foi, de acordo com o que viu, o dia no qual o “Rei do Pop” morreu:

Primeiramente teria entrado no quarto de Michael Jackson quando o médico Conrad Murray estava fazendo compressões utilizando apenas uma das mãos. Avistou Jackson do outro lado da cama, deitado de costas, com as mãos estendidas para o lado, com as palmas da mão para cima. Os olhos e a boca do cantor estavam abertos e seu rosto levemente inclinado para o lado esquerdo.

Diante da situação o médico teria gritado “Temos que levá-lo para o hospital”. Alberto teve uma visão panorâmica do quarto e viu Paris, filha de Michael, de 13 anos, chorando e gritando “Papai!”. A criança estava em choque. O médico o alertou para que não permitisse que as crianças vissem o pai naquele estado. Dentro do quarto também estava o outro filho do astro, Prince, de 14 anos.

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Alvarez levou as crianças imediatamente para fora do quarto e quando voltou questionou o médico sobre o que havia acontecido e Murray afirmou que o músico tinha tido “uma má reação”. Não perdendo tempo, o médico pegou um saco e pediu para que Alvarez colocasse alguns frascos de remédio dentro. Em seguida o saco foi colocado dentro de outro saco de papel marrom, como ordenou Conrad Murray.

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