Caroline Celico mulher de Káká revela porque deixou de frequentar a igreja Renascer

Caroline Celico, mulher do jogador Kaká, revela em entrevista como enfrentou a má fase profissional, assume que era apaixonada quando frequentava igreja Renascer, e…

Caroline Celico, mulher do jogador Kaká, revela em entrevista como enfrentou a má fase profissional, assume que era apaixonada quando frequentava igreja Renascer, e comenta porque deixou de frequentá-la.

Aos 15 anos de idade, Caroline, começou a namorar o então marido, Kaká. Segundo ela, um ano após, por expontanea vontade entrou para a Igrena Renascer em Cristo, da qual seu marido sempre fez aprte. Batizou-se e passou a participar dos cultos compulsivamente. A mãe da jovem, Rosângela Lyra de 46 anos, percebendo o exagero, tentou conter a filha.

 “Ela quis me proteger da Renascer. Tentou me afastar da igreja, mas sempre que ela tentava, eu entrava mais e mais”, lembra Caroline. “Cheguei a jogar fora as coisas dela de santo, a quebrar uma pulseirinha, comenta. “Me envolvi completamente, fui fanática.”

Em 2005, aos 18 anos, a jovem casou-se na sede da Renascer. Quando mudou-se para a Italia, onde Kaká já morava desde a transferência para o time do Milan, desembarcou confiante de que expandiria as crenças da igreja por toda a Europa.  Em 2009 durante um dos sermões, indicou que Deus havia dado dinheiro para o Real Madrid, em plena crise financeira, para contratar seu marido.

“Me arrependo profundamente dessa declaração. Escutei de uma pessoa e repeti”, comenta. Quando interrogada sobre o autor da frase, Caroline desconversa. “Não penso mais como aquela Carol, mais imatura, influenciável. Quero seguir o meu caminho com as minhas próprias pernas. Esse foi o motivo pelo qual saí da Renascer”.

Foi também em 2009 que ela deixou a igreja. Sem dar muitos detalhes comenta que viu coisas na Renascer que nunca tinha visto, das quais já haviam comentado para ela, mas que nunca tinha acreditado.  Caroline admite que tentava agradar aos homens e não a Deus, grave falha dos evangélicos, e reconhece o próprio fingimento. “Ia para a igreja, era super heroína da fé, super pastora, mas chegava em casa e tratava mal a pessoa que trabalhava para mim”, diz.

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De acordo com Caroline, era gente “que não podia dar o que não recebeu”, como educação, carinho e respeito. “Virou um negócio que precisava ser administrado”, afirma. “Não queria isso para mim.”

Atualmente sem frequentar nenhuma igreja, Caroline opta por rezar em casa só com a família. Que, segundo ela, apertou os laços após o tempo em que Kaká passou em casa se recuperando dos ferimentos que passou por persistir em jogar mesmo machucado, a Copa de 2010. “Vimos que futebol não é tudo”, resume a moça.

Enquanto Kaká retorna aos poucos ao futebol, Caroline se dedica a um novo projeto chamado Amor Horizontal. Trata-se de um site que enviará doaçoes na forma de produtos de higiene, alimentaçao, entre outros. “Quero ajudar pequenas instituições que cuidam de crianças carentes, seja qual for a fé que elas praticam”, diz, mostrando que a antiga Caroline ficou no passado.

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